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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Paulo Abrunhosa foi um agitador cultural, um homem com o vício de brincar com as palavras ("Dai-me/um part-time,/que eu aceito./De preferência, a trabalhar para um mundo perfeito!"). A rima emparelhada, em versos que não formam poemas, dá ritmo a textos extravagantes e ricos semântica e foneticamente, nos quais quase nunca as palavras se repetem. Este livro ("Deseja saber o que é?/Dirija-se a outro guichet!"), que conta com desenhos de PAM (Paulo Anciães Monteiro), pode ser lido ("É um completo nonsense/pedir-lhe que pense!") como um manual de sobrevivência de um desalinhado na sociedade pós-moderna ("Antes o caos/que os maus!"), mas não deixará nunca de ser, sobretudo, uma forma de conhecer o universo e o talento de Paulo Abrunhosa ("Construí o meu ego/como um castelo da Lego:/um edifício/fictício,/feito de múltiplas peças./Só espero não as ter encaixado às avessas.").
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Paulo Abrunhosa foi um agitador cultural, um homem com o vício de brincar com as palavras ("Dai-me/um part-time,/que eu aceito./De preferência, a trabalhar para um mundo perfeito!"). A rima emparelhada, em versos que não formam poemas, dá ritmo a textos extravagantes e ricos semântica e foneticamente, nos quais quase nunca as palavras se repetem. Este livro ("Deseja saber o que é?/Dirija-se a outro guichet!"), que conta com desenhos de PAM (Paulo Anciães Monteiro), pode ser lido ("É um completo nonsense/pedir-lhe que pense!") como um manual de sobrevivência de um desalinhado na sociedade pós-moderna ("Antes o caos/que os maus!"), mas não deixará nunca de ser, sobretudo, uma forma de conhecer o universo e o talento de Paulo Abrunhosa ("Construí o meu ego/como um castelo da Lego:/um edifício/fictício,/feito de múltiplas peças./Só espero não as ter encaixado às avessas.").
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Edição: Fev 2021
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Vera continua presa a uma doença inibidora sem possibilidades de recuperação. Fernando Correia, no entanto, mostra que, mesmo quando um corpo não tem memória, pode servir-se de uma alma próxima e amiga para falar por si, transmitindo angústias, dores, prantos, incertezas, mas também uma enorme fé para que seja possível atravessarem juntos o deserto que se estende à sua frente. Nesse deserto, há-de surgir um oásis de luz que os irá conduzir à redenção procurada.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Vera continua presa a uma doença inibidora sem possibilidades de recuperação. Fernando Correia, no entanto, mostra que, mesmo quando um corpo não tem memória, pode servir-se de uma alma próxima e amiga para falar por si, transmitindo angústias, dores, prantos, incertezas, mas também uma enorme fé para que seja possível atravessarem juntos o deserto que se estende à sua frente. Nesse deserto, há-de surgir um oásis de luz que os irá conduzir à redenção procurada.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Tudo visto e somado, talvez estes diários me tenham ajudado a melhor encontrar "a minha voz escrita", na expressão feliz de Jorge Luis Borges, aquela que nos distingue dos demais e nos torna facilmente reconhecíveis. Porque escrever é também saber transmitir a nossa diferença e afirmar a nossa singularidade, por mais anódinas que sejam, e cultivá-las sem pressa de chegar ao fim, como quem apenas cuida do que é seu. E assim, aos poucos, aclarando sombras, se vai compondo o desenho e retocando o perfil. Se calhar tudo isto é parco e deixa a desejar, não me admiraria, mas é o meu mundo, são as minhas referências, outras não conheço nem invento.Último diário que é também privilégio dos anos que se acumulam: sim, a partir de certa altura, um viver alheio à urgência de viver, um saborear o tempo, ignorando-o. Aliás, devo confessá-lo, nada disto me surpreende por aí além, sou de há muito familiar destas coisas, e sempre assim vivi, por intervalos, entusiasmos e intermitências.No fundo, fui toda a vida um flâneur - sorte, a minha! - e se estas páginas algum mérito têm é essa atenção simultaneamente empenhada e distraída com que olho o tempo e o mundo à minha volta. E cá vou ficando à espera do que tarda em chegar: uma verdade em forma de conclusão."
Nº Páginas: 432
Sinopse:
"Tudo visto e somado, talvez estes diários me tenham ajudado a melhor encontrar "a minha voz escrita", na expressão feliz de Jorge Luis Borges, aquela que nos distingue dos demais e nos torna facilmente reconhecíveis. Porque escrever é também saber transmitir a nossa diferença e afirmar a nossa singularidade, por mais anódinas que sejam, e cultivá-las sem pressa de chegar ao fim, como quem apenas cuida do que é seu. E assim, aos poucos, aclarando sombras, se vai compondo o desenho e retocando o perfil. Se calhar tudo isto é parco e deixa a desejar, não me admiraria, mas é o meu mundo, são as minhas referências, outras não conheço nem invento.Último diário que é também privilégio dos anos que se acumulam: sim, a partir de certa altura, um viver alheio à urgência de viver, um saborear o tempo, ignorando-o. Aliás, devo confessá-lo, nada disto me surpreende por aí além, sou de há muito familiar destas coisas, e sempre assim vivi, por intervalos, entusiasmos e intermitências.No fundo, fui toda a vida um flâneur - sorte, a minha! - e se estas páginas algum mérito têm é essa atenção simultaneamente empenhada e distraída com que olho o tempo e o mundo à minha volta. E cá vou ficando à espera do que tarda em chegar: uma verdade em forma de conclusão."
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O "Diário" de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O "Diário" de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Ago 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O Diário de Torga, publicado originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Entre 1915 e 1926, Virginia Woolf escreveu regularmente e em grande detalhe sobre os pequenos e grandes acontecimentos do seu dia a dia - marcado no panorama nacional e internacional pelos esforços da Primeira Guerra Mundial e mudanças políticas sísmicas, e na esfera privada por perdas, conflitos, momentos de grande criatividade e também de grande sofrimento, ensombrados pela doença mental. Este diário, anotado e enriquecido com cartas e ensaios de Virginia Woolf, permite-nos conhecer de forma íntima e sem filtros os pensamentos de um dos maiores nomes da literatura, com rasgos líricos surpreendentes e passagens de uma inteligência acutilante.
Nº Páginas: 552
Sinopse:
Entre 1915 e 1926, Virginia Woolf escreveu regularmente e em grande detalhe sobre os pequenos e grandes acontecimentos do seu dia a dia - marcado no panorama nacional e internacional pelos esforços da Primeira Guerra Mundial e mudanças políticas sísmicas, e na esfera privada por perdas, conflitos, momentos de grande criatividade e também de grande sofrimento, ensombrados pela doença mental. Este diário, anotado e enriquecido com cartas e ensaios de Virginia Woolf, permite-nos conhecer de forma íntima e sem filtros os pensamentos de um dos maiores nomes da literatura, com rasgos líricos surpreendentes e passagens de uma inteligência acutilante.
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Edição: Fev 2010
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Há uma história de amor, num tempo futuro após o fim do mundo, quando o amor ganhou sentidos novos ou deixou até de fazer sentido. Junto com o cinema, os museus e o próprio tempo. Há um famoso general do exército vermelho e uma velha que se lembra de tudo, do que importa e do que não importa. Três irmãs que carpem o destino dos homens e uma pequenina com ar de imperatriz. Há um cão mítico, e incontáveis pores-do-sol. Há até a bordo uma orquestra prussiana, que todas as tardes toca exactamente a mesma peça de Wagner. Segue tudo e todos juntos, num ajuntamento de opções flutuantes, uma espécie de arca. O que todos mais querem é chegar ao Brasil. Mas não sabemos se o Mundo não acaba entretanto.
Nº Páginas: 248
Sinopse:
Há uma história de amor, num tempo futuro após o fim do mundo, quando o amor ganhou sentidos novos ou deixou até de fazer sentido. Junto com o cinema, os museus e o próprio tempo. Há um famoso general do exército vermelho e uma velha que se lembra de tudo, do que importa e do que não importa. Três irmãs que carpem o destino dos homens e uma pequenina com ar de imperatriz. Há um cão mítico, e incontáveis pores-do-sol. Há até a bordo uma orquestra prussiana, que todas as tardes toca exactamente a mesma peça de Wagner. Segue tudo e todos juntos, num ajuntamento de opções flutuantes, uma espécie de arca. O que todos mais querem é chegar ao Brasil. Mas não sabemos se o Mundo não acaba entretanto.
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 184
Sinopse:
José Saramago entrevistado por Carlos Reis. Um registo de testemunhos realizado durante cerca de sete horas em que o professor universitário questiona o criador de Blimunda sobre a formação, a aprendizagem, a profissão e a condição de escritor. Sobre a História como experiência. José Saramago fala-nos sobre a linguagem da literatura, os géneros literários, a narrativa e o romance, sem omitir os temas e valores, os sentidos e destinos comuns. Uma obra disponibilizada para "leitores de diversa motivação: do leitor corrente dos romances de Saramago ao estudioso da sua obra, passando pelo professor que trabalha com os seus textos e pelo estudante que (supostamente) os lê".
Nº Páginas: 184
Sinopse:
José Saramago entrevistado por Carlos Reis. Um registo de testemunhos realizado durante cerca de sete horas em que o professor universitário questiona o criador de Blimunda sobre a formação, a aprendizagem, a profissão e a condição de escritor. Sobre a História como experiência. José Saramago fala-nos sobre a linguagem da literatura, os géneros literários, a narrativa e o romance, sem omitir os temas e valores, os sentidos e destinos comuns. Uma obra disponibilizada para "leitores de diversa motivação: do leitor corrente dos romances de Saramago ao estudioso da sua obra, passando pelo professor que trabalha com os seus textos e pelo estudante que (supostamente) os lê".
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Edição: Mar 2014
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947 após o volume "Poesia", já publicado pela Assírio & Alvim. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreve Gastão Cruz, no prefácio a esta edição, "Uma tensão dialéctica percorre "Dia do Mar": o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses." As ondas quebravam uma a uma Eu estava só com a areia e com a espuma Do mar que cantava só para mim.
Nº Páginas: 128
Sinopse:
Este é o segundo livro de Sophia de Mello Breyner Andresen, publicado em 1947 após o volume "Poesia", já publicado pela Assírio & Alvim. Aqui, como de resto em muita da sua obra, a poeta busca a perfeição, a pureza e a harmonia, utilizando alguns lugares recorrentes como o mar, a praia, a casa e o jardim. Visitando a infância, onde aprendeu a ouvir as vozes das coisas, o mar é aqui uma fonte de purificação e um lugar onde tudo adquire sentido. Como escreve Gastão Cruz, no prefácio a esta edição, "Uma tensão dialéctica percorre "Dia do Mar": o poeta divide-se entre a sensação de viver intensamente o milagre do mundo […] e a consciência da impossibilidade duma vivência plena dessa maravilha, realmente apenas reservada aos deuses." As ondas quebravam uma a uma Eu estava só com a areia e com a espuma Do mar que cantava só para mim.
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 616
Sinopse:
Em Sterling, New Hampshire, Peter Houghton, um estudante do liceu de dezassete anos, suportou durante anos abusos verbais e físicos por parte dos colegas. A sua melhor amiga, Josie Cormier, sucumbiu à pressão dos colegas e agora dá-se com os grupos mais populares, que muitas vezes instigam o assédio. Entretanto, um incidente marcante de bullying leva Peter a cometer um ato de extrema violência, que vai mudar para sempre a vida dos residentes de Sterling.
Nº Páginas: 616
Sinopse:
Em Sterling, New Hampshire, Peter Houghton, um estudante do liceu de dezassete anos, suportou durante anos abusos verbais e físicos por parte dos colegas. A sua melhor amiga, Josie Cormier, sucumbiu à pressão dos colegas e agora dá-se com os grupos mais populares, que muitas vezes instigam o assédio. Entretanto, um incidente marcante de bullying leva Peter a cometer um ato de extrema violência, que vai mudar para sempre a vida dos residentes de Sterling.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A 25 de Junho de 2017, quase três anos antes da pandemia, Fareed Zakaria teceu a seguinte previsão no seu programa televisivo na CNN: "Uma das maiores ameaças que os Estados Unidos têm de enfrentar não é, de todo, grande. Na verdade, é minúscula, microscópica, dezenas de vezes mais pequena do que a cabeça de um alfinete. Patogénicos mortíferos, quer produzidos pelo homem quer naturais, podem desencadear uma crise de saúde global e [nós] não estamos nada preparados para lidar com isso. [...] As nossas cidades a abarrotar, as guerras, os desastres naturais e as viagens aéreas internacionais podem levar a que um vírus mortal com origem numa pequena aldeia em África seja transmitido e chegue a todo o mundo em apenas 24 horas [...]. A biossegurança e as pandemias globais ultrapassam todas as fronteiras nacionais. Os agentes patogénicos, os vírus e as doenças são igualmente assassinos. Quando a crise estalar, vamos desejar ter mais fundos e uma maior cooperação global. Mas, nessa altura, talvez seja demasiado tarde."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
A 25 de Junho de 2017, quase três anos antes da pandemia, Fareed Zakaria teceu a seguinte previsão no seu programa televisivo na CNN: "Uma das maiores ameaças que os Estados Unidos têm de enfrentar não é, de todo, grande. Na verdade, é minúscula, microscópica, dezenas de vezes mais pequena do que a cabeça de um alfinete. Patogénicos mortíferos, quer produzidos pelo homem quer naturais, podem desencadear uma crise de saúde global e [nós] não estamos nada preparados para lidar com isso. [...] As nossas cidades a abarrotar, as guerras, os desastres naturais e as viagens aéreas internacionais podem levar a que um vírus mortal com origem numa pequena aldeia em África seja transmitido e chegue a todo o mundo em apenas 24 horas [...]. A biossegurança e as pandemias globais ultrapassam todas as fronteiras nacionais. Os agentes patogénicos, os vírus e as doenças são igualmente assassinos. Quando a crise estalar, vamos desejar ter mais fundos e uma maior cooperação global. Mas, nessa altura, talvez seja demasiado tarde."
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Edição: Nov 2012
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"10 contos para ler sentado" recolhe a interpretação da cadeira pela literatura, através de um conjunto de contos inéditos de escritores lusófonos. Pode um objeto tão simples (uma cadeira) traduzir o mundo em que vivemos? A resposta para os portugueses é por de mais evidente, ou não tivesse o nosso destino mudado após a queda de uma cadeira. O país que se suspende em torno da forma de fazer uma cadeira. Um mundo onde, até nos lugares mais comuns, há sempre uma cadeira do poder e uma dança de cadeiras. As cadeiras lusófonas deste livro são feitas de dor, de guerra, morte e abandono. Neste volume encontram-se contos de autores bem conhecidos como Mia Couto, Ondjaki, João Tordo ou Arthur Dapieve, até autores revelação, para o meio editorial português, como os brasileiros Ana Paula Maia e Vinicius Jatobá ou o cabo-verdiano Abraão Vicente. Para além da viagem à África de Waldir Araújo, estas cadeiras navegam ainda até Timor, onde Luís Cardoso nos seduz com o aroma do sândalo. Estas cadeiras são tão reais como imaginárias. Assim como a Rodésia natal de Sandro William Junqueira, um português nascido num país em estado de inexistência. Este é um livro para ler sentado e viajar sem sair do sítio.
Nº Páginas: 144
Sinopse:
"10 contos para ler sentado" recolhe a interpretação da cadeira pela literatura, através de um conjunto de contos inéditos de escritores lusófonos. Pode um objeto tão simples (uma cadeira) traduzir o mundo em que vivemos? A resposta para os portugueses é por de mais evidente, ou não tivesse o nosso destino mudado após a queda de uma cadeira. O país que se suspende em torno da forma de fazer uma cadeira. Um mundo onde, até nos lugares mais comuns, há sempre uma cadeira do poder e uma dança de cadeiras. As cadeiras lusófonas deste livro são feitas de dor, de guerra, morte e abandono. Neste volume encontram-se contos de autores bem conhecidos como Mia Couto, Ondjaki, João Tordo ou Arthur Dapieve, até autores revelação, para o meio editorial português, como os brasileiros Ana Paula Maia e Vinicius Jatobá ou o cabo-verdiano Abraão Vicente. Para além da viagem à África de Waldir Araújo, estas cadeiras navegam ainda até Timor, onde Luís Cardoso nos seduz com o aroma do sândalo. Estas cadeiras são tão reais como imaginárias. Assim como a Rodésia natal de Sandro William Junqueira, um português nascido num país em estado de inexistência. Este é um livro para ler sentado e viajar sem sair do sítio.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Dez Césares - Volume II: De Adriano a Constantino narra 220 anos de história, dando especial enfoque aos períodos dos imperadores Adriano, sucessor de Trajano, Marco Aurélio, o imperador-filósofo, Sétimo Severo, Diocleciano e Constantino, o primeiro imperador cristão e o segundo "fundador" do império. Este é um período de batalhas e de alianças estratégicas - com os homens e com os deuses -, de perseguições atrozes e de grandes convulsões religiosas. Narrado com toda a mestria de um grande professor da história antiga e um olhar teatral sobre as contradições humanas, este livro traz à vida as grandes figuras da história e narra um período instável, transformador do império a todos os níveis.
Nº Páginas: 272
Sinopse:
Dez Césares - Volume II: De Adriano a Constantino narra 220 anos de história, dando especial enfoque aos períodos dos imperadores Adriano, sucessor de Trajano, Marco Aurélio, o imperador-filósofo, Sétimo Severo, Diocleciano e Constantino, o primeiro imperador cristão e o segundo "fundador" do império. Este é um período de batalhas e de alianças estratégicas - com os homens e com os deuses -, de perseguições atrozes e de grandes convulsões religiosas. Narrado com toda a mestria de um grande professor da história antiga e um olhar teatral sobre as contradições humanas, este livro traz à vida as grandes figuras da história e narra um período instável, transformador do império a todos os níveis.
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Edição: Abr 2019
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Saído da pena de uma das artistas mais inspiradoras do nosso tempo, este livro é um testemunho do processo criativo de Patti Smith. Uma bela e original história de obsessão: a de uma patinadora que vive para a sua arte, a do possessivo colecionador que implacavelmente busca o seu prémio, e a de uma relação forjada pela necessidade. Acompanha-a um ensaio que torna mais tangível a origem misteriosa deste inquietante conto. A iluminação chega-nos quando Smith viaja para o Sul de França até à casa de Camus, encontra a sepultura de Simone Weill no cemitério de Ashford, nos arredores de Londres, e persegue as ruas labirínticas e sem nome da Paris de Patrick Modiano. Escrevendo em cafés e comboios, Patti Smith abre generosamente os seus cadernos de apontamentos e revela a alquimia do seu trabalho, neste vibrante livro sobre a escrita e a razão pela qual escrevemos. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
Nº Páginas: 144
Sinopse:
Saído da pena de uma das artistas mais inspiradoras do nosso tempo, este livro é um testemunho do processo criativo de Patti Smith. Uma bela e original história de obsessão: a de uma patinadora que vive para a sua arte, a do possessivo colecionador que implacavelmente busca o seu prémio, e a de uma relação forjada pela necessidade. Acompanha-a um ensaio que torna mais tangível a origem misteriosa deste inquietante conto. A iluminação chega-nos quando Smith viaja para o Sul de França até à casa de Camus, encontra a sepultura de Simone Weill no cemitério de Ashford, nos arredores de Londres, e persegue as ruas labirínticas e sem nome da Paris de Patrick Modiano. Escrevendo em cafés e comboios, Patti Smith abre generosamente os seus cadernos de apontamentos e revela a alquimia do seu trabalho, neste vibrante livro sobre a escrita e a razão pela qual escrevemos. LIVROS QUE SÃO MELHORES COM MÚSICA Descubra a banda sonora perfeita para este livro. Ouça aqui!
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Edição: Jul 2021
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Florentyna Kane, a primeira mulher eleita presidente dos Estados Unidos, é o alvo de um assassino. Depois de anos de grandes sacrifícios e adversidades, Florentyna torna-se presidente, mas, no dia em que toma posse, forças poderosas movimentam-se para lhe tirar a vida. O FBI tem uma fonte fidedigna que sinaliza a tentativa de assassinato. São 19h30 e é a 1572.ª ameaça do ano. Às 20h30, uma hora depois, cinco pessoas conhecem todos os pormenores do atentado. Às 21h30, quatro delas estão mortas. O único sobrevivente, o agente especial Mark Andrews, sabe que para evitar o ataque tem 6 dias, 13 horas e 37 minutos. Começa a corrida para tentar salvar a presidente.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Florentyna Kane, a primeira mulher eleita presidente dos Estados Unidos, é o alvo de um assassino. Depois de anos de grandes sacrifícios e adversidades, Florentyna torna-se presidente, mas, no dia em que toma posse, forças poderosas movimentam-se para lhe tirar a vida. O FBI tem uma fonte fidedigna que sinaliza a tentativa de assassinato. São 19h30 e é a 1572.ª ameaça do ano. Às 20h30, uma hora depois, cinco pessoas conhecem todos os pormenores do atentado. Às 21h30, quatro delas estão mortas. O único sobrevivente, o agente especial Mark Andrews, sabe que para evitar o ataque tem 6 dias, 13 horas e 37 minutos. Começa a corrida para tentar salvar a presidente.
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Edição: Abr 2015
Nº Páginas: 387
Sinopse:
Das antigas cidades de Pompeia e Herculano ao labirinto do Minotauro, às Pirâmides e ao Vale dos Reis, passando por Nínive e pelos deuses alados da Assíria, pela Torre de Babel e pelo tesouro de Montezuma: eis um livro que a cada capítulo promete uma nova aventura. C. W. Ceram, exímio narrador e divulgador de ciência, relata neste livro, por intermédio dos próprios protagonistas, as entusiasmantes descobertas dos pioneiros da arqueologia. Alguns destes - como o alemão Schliemann, que pela primeira vez provou ao mundo a existência da antiga cidade de Tróia - assemelhavam-se mais a ambiciosos caçadores de tesouros do que a cientistas; mas o que hoje perdura das suas biografias é a obstinação de desvendarem os segredos da História Antiga e de trazerem à luz dos nossos dias grandes civilizações desaparecidas.
Nº Páginas: 387
Sinopse:
Das antigas cidades de Pompeia e Herculano ao labirinto do Minotauro, às Pirâmides e ao Vale dos Reis, passando por Nínive e pelos deuses alados da Assíria, pela Torre de Babel e pelo tesouro de Montezuma: eis um livro que a cada capítulo promete uma nova aventura. C. W. Ceram, exímio narrador e divulgador de ciência, relata neste livro, por intermédio dos próprios protagonistas, as entusiasmantes descobertas dos pioneiros da arqueologia. Alguns destes - como o alemão Schliemann, que pela primeira vez provou ao mundo a existência da antiga cidade de Tróia - assemelhavam-se mais a ambiciosos caçadores de tesouros do que a cientistas; mas o que hoje perdura das suas biografias é a obstinação de desvendarem os segredos da História Antiga e de trazerem à luz dos nossos dias grandes civilizações desaparecidas.
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Edição: Jun 2021
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Quando alguém (na verdade, uma mulher) se assume como feminista, ou faz alguma reivindicação de igualdade e é assumida como tal, costuma apressar-se a acrescentar: "mas atenção, não detesto os homens". A ideia de que todas as feministas detestam homens está tão enraizada no imaginário popular quanto a ideia de que as feministas queimaram sutiãs - e é igualmente falsa. Ou será? Não, as feministas nunca queimaram sutiãs. E não, não detestam as homens. Mas deveriam? Que outra posição seria expectável e racional quando são os homens a imensa maioria dos responsáveis pelas agressões (físicas, sexuais e psicológicas) e explorações de que sofrem as mulheres? Que outra posição faria sentido, quando eles continuam a recusar alinhar-se com a igualdade plena de direitos? Com um ponto de partida deliberadamente provocatório, este ensaio serve de desafio às leitoras para tomarem consciência das limitações que lhes são impostas por um sistema desigual e discriminatório, e aos leitores para se juntarem à sua luta pela igualdade, a bem da dignidade humana de todas e todos. Porque, como dizia Audre Lorde: "Não serei livre enquanto qualquer mulher for oprimida, mesmo que as suas correntes sejam diferentes das minhas." Ou, traduzindo para "homem", como dizia Martin Luther King: "Ninguém é livre se não formos todos livres."
Nº Páginas: 104
Sinopse:
Quando alguém (na verdade, uma mulher) se assume como feminista, ou faz alguma reivindicação de igualdade e é assumida como tal, costuma apressar-se a acrescentar: "mas atenção, não detesto os homens". A ideia de que todas as feministas detestam homens está tão enraizada no imaginário popular quanto a ideia de que as feministas queimaram sutiãs - e é igualmente falsa. Ou será? Não, as feministas nunca queimaram sutiãs. E não, não detestam as homens. Mas deveriam? Que outra posição seria expectável e racional quando são os homens a imensa maioria dos responsáveis pelas agressões (físicas, sexuais e psicológicas) e explorações de que sofrem as mulheres? Que outra posição faria sentido, quando eles continuam a recusar alinhar-se com a igualdade plena de direitos? Com um ponto de partida deliberadamente provocatório, este ensaio serve de desafio às leitoras para tomarem consciência das limitações que lhes são impostas por um sistema desigual e discriminatório, e aos leitores para se juntarem à sua luta pela igualdade, a bem da dignidade humana de todas e todos. Porque, como dizia Audre Lorde: "Não serei livre enquanto qualquer mulher for oprimida, mesmo que as suas correntes sejam diferentes das minhas." Ou, traduzindo para "homem", como dizia Martin Luther King: "Ninguém é livre se não formos todos livres."
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Edição: Jan 2020
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Zineb El Rhazoui, jornalista francesa de origem marroquina, escapou ao brutal atentado ao jornal Charlie Hebdo, que, em 2015, deixou a Europa em estado de choque. Alvo de ameaças de morte pela sua denúncia da intolerância dos fundamentalistas islâmicos, Zineb é hoje a mulher com mais protecção policial de França. Neste livro, Zineb revela a estratégia de expansão do que chama fascismo islâmico. Os islamistas viram o discurso da tolerância religiosa contra a democracia, replicando no Ocidente as suas acções opressoras e criminosas. Zineb mostra que os Muçulmanos não são uma comunidade, são milhões de anónimos que vivem diariamente sob o jugo de um fascismo islâmico, que deve ser travado. O Islão, afirma, tem de respeitar a lei do Estado laico, tem de aceitar a liberdade de expressão e mesmo o humor mais corrosivo. Destruir o Fascismo Islâmico é um texto corajoso, leitura obrigatória para quem não se quer ver enredado nesta teia do paradoxo da intolerância.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
Zineb El Rhazoui, jornalista francesa de origem marroquina, escapou ao brutal atentado ao jornal Charlie Hebdo, que, em 2015, deixou a Europa em estado de choque. Alvo de ameaças de morte pela sua denúncia da intolerância dos fundamentalistas islâmicos, Zineb é hoje a mulher com mais protecção policial de França. Neste livro, Zineb revela a estratégia de expansão do que chama fascismo islâmico. Os islamistas viram o discurso da tolerância religiosa contra a democracia, replicando no Ocidente as suas acções opressoras e criminosas. Zineb mostra que os Muçulmanos não são uma comunidade, são milhões de anónimos que vivem diariamente sob o jugo de um fascismo islâmico, que deve ser travado. O Islão, afirma, tem de respeitar a lei do Estado laico, tem de aceitar a liberdade de expressão e mesmo o humor mais corrosivo. Destruir o Fascismo Islâmico é um texto corajoso, leitura obrigatória para quem não se quer ver enredado nesta teia do paradoxo da intolerância.
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Nora Roberts apresenta-nos três histórias de paixão onde é impossível fugir ao destino Em Hora do Feitiço, o reino de Twylia é devastado pela ganância e pela traição enquanto aguarda pela libertação há muito profetizada. Quando Aurora, perseguida por estranhos sonhos sobre o futuro, descobre o segredo sobre o seu passado, sabe que está destinada a combater pelo seu reino e a destruir as Trevas. Conseguirá ela salvar Twylia e restaurar o seu direito ao trono?
Nº Páginas: 288
Sinopse:
Nora Roberts apresenta-nos três histórias de paixão onde é impossível fugir ao destino Em Hora do Feitiço, o reino de Twylia é devastado pela ganância e pela traição enquanto aguarda pela libertação há muito profetizada. Quando Aurora, perseguida por estranhos sonhos sobre o futuro, descobre o segredo sobre o seu passado, sabe que está destinada a combater pelo seu reino e a destruir as Trevas. Conseguirá ela salvar Twylia e restaurar o seu direito ao trono?
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No 3º livro do Clube de viagem dos Corações Solitários Georgia vai receber a oportunidade da sua vida! Ser a protagonista de um programa televisivo de viagens. Na 1ª viagem, tendo como cenário o maravilhoso Chile, Ben e Georgia têm de decidir se o seu amor vale todos os seus esforços e dificuldades…
Nº Páginas: 320
Sinopse:
No 3º livro do Clube de viagem dos Corações Solitários Georgia vai receber a oportunidade da sua vida! Ser a protagonista de um programa televisivo de viagens. Na 1ª viagem, tendo como cenário o maravilhoso Chile, Ben e Georgia têm de decidir se o seu amor vale todos os seus esforços e dificuldades…
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Edição: Jul 2018
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um guia feminino de sobrevivência e aventura com a Índia por pano de fundo. Através do clube de viagem dos corações solitários Georgia Green vai partir para reconstruir a sua vida. Uma leitura muito boa e doce. O enredo, brilhante, segue pelas exóticas paisagens de um país magnifico, mas que não dá tréguas ao viajante
Nº Páginas: 320
Sinopse:
Um guia feminino de sobrevivência e aventura com a Índia por pano de fundo. Através do clube de viagem dos corações solitários Georgia Green vai partir para reconstruir a sua vida. Uma leitura muito boa e doce. O enredo, brilhante, segue pelas exóticas paisagens de um país magnifico, mas que não dá tréguas ao viajante
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Edição: Out 2021
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A China e os Estados Unidos rumam para um novo conflito... A razão é a Armadilha de Tucídides, um padrão mortal de stress estrutural que ocorre quando um poder em ascensão desafia um governante. Este fenómeno é tão antigo quanto a própria história. Sobre a Guerra do Peloponeso que devastou a Grécia antiga, o historiador Tucídides explicou: "Foi a ascensão de Atenas e o medo que isso instilou em Esparta que tornou a guerra inevitável". Nos últimos 500 anos, essas condições ocorreram dezasseis vezes e houve guerra em doze desses casos. Hoje, uma China imparável que se aproxima de uma América imóvel, parece anunciar o décimo sétimo caso. A menos que a China esteja disposta a reduzir suas ambições ou Washington aceite tornar-se o número dois no Pacífico, um conflito comercial, um ataque cibernético ou um acidente no mar podem em breve transformar-se num novo conflito mundial. Em Destined for War, o eminente especialista de Harvard Graham Allison explica como a armadilha de Tucídides é a melhor lente para entender as relações EUA-China no século XXI. Através de estranhos paralelos históricos e cenários de guerra, o autor mostra o quão perto estamos do impensável. No entanto, enfatiza que a guerra não é inevitável, Allison também revela como potências conflituosas mantiveram a paz no passado - e quais os passos dolorosos que os Estados Unidos e a China devem dar para evitar o desastre hoje.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
A China e os Estados Unidos rumam para um novo conflito... A razão é a Armadilha de Tucídides, um padrão mortal de stress estrutural que ocorre quando um poder em ascensão desafia um governante. Este fenómeno é tão antigo quanto a própria história. Sobre a Guerra do Peloponeso que devastou a Grécia antiga, o historiador Tucídides explicou: "Foi a ascensão de Atenas e o medo que isso instilou em Esparta que tornou a guerra inevitável". Nos últimos 500 anos, essas condições ocorreram dezasseis vezes e houve guerra em doze desses casos. Hoje, uma China imparável que se aproxima de uma América imóvel, parece anunciar o décimo sétimo caso. A menos que a China esteja disposta a reduzir suas ambições ou Washington aceite tornar-se o número dois no Pacífico, um conflito comercial, um ataque cibernético ou um acidente no mar podem em breve transformar-se num novo conflito mundial. Em Destined for War, o eminente especialista de Harvard Graham Allison explica como a armadilha de Tucídides é a melhor lente para entender as relações EUA-China no século XXI. Através de estranhos paralelos históricos e cenários de guerra, o autor mostra o quão perto estamos do impensável. No entanto, enfatiza que a guerra não é inevitável, Allison também revela como potências conflituosas mantiveram a paz no passado - e quais os passos dolorosos que os Estados Unidos e a China devem dar para evitar o desastre hoje.
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Edição: Mai 2018
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Crónicas, que são? Pretextos, ou testemunhos? Crónicas Ninguém se Banha Duas Vezes no Mesmo Rio, A Ilha Deserta, Um Encontro na Praia, e Os Navegadores Solitários incluídas na obra Moby Dick em Lisboa. Caligrafia da capa por MARIA DE MEDEIROS
Nº Páginas: 224
Sinopse:
Crónicas, que são? Pretextos, ou testemunhos? Crónicas Ninguém se Banha Duas Vezes no Mesmo Rio, A Ilha Deserta, Um Encontro na Praia, e Os Navegadores Solitários incluídas na obra Moby Dick em Lisboa. Caligrafia da capa por MARIA DE MEDEIROS
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Edição: Abr 2021
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Eytan Grin está a passar por um período de escolhas difíceis. Sacrificando os seus princípios e uma carreira promissora de neurocirurgião, aceitou transferir-se da capital, Telavive, para a desolada Be'er Sheva, no meio do deserto israelita. Agora, numa noite de lua cheia, ao conduzir o seu jipe por estradas de terra batida, atropelou um homem, um refugiado eritreu, e fugiu, deixando para trás um corpo moribundo e, sem querer, a sua carteira. No dia seguinte ao acidente, porém, apresenta-se à sua porta uma mulher, bela e de pele negra, que exige um inesperado preço pelo seu silêncio, precipitando Eytan numa nova vida de mentiras e segredos. Com um registo próximo do livro de suspense, "Despertar os Leões" transporta o leitor para o universo de amor e violência, vergonha e desejos proibidos que ocultamos no nosso interior.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Eytan Grin está a passar por um período de escolhas difíceis. Sacrificando os seus princípios e uma carreira promissora de neurocirurgião, aceitou transferir-se da capital, Telavive, para a desolada Be'er Sheva, no meio do deserto israelita. Agora, numa noite de lua cheia, ao conduzir o seu jipe por estradas de terra batida, atropelou um homem, um refugiado eritreu, e fugiu, deixando para trás um corpo moribundo e, sem querer, a sua carteira. No dia seguinte ao acidente, porém, apresenta-se à sua porta uma mulher, bela e de pele negra, que exige um inesperado preço pelo seu silêncio, precipitando Eytan numa nova vida de mentiras e segredos. Com um registo próximo do livro de suspense, "Despertar os Leões" transporta o leitor para o universo de amor e violência, vergonha e desejos proibidos que ocultamos no nosso interior.
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Edição: Set 2015
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Observação bem-humorada e provocadora da realidade cultural portuguesa. Onésimo Teotónio Almeida é, há longos anos, professor na prestigiada universidade Brown, em Providence, EUA - pertencente à Ivy League (um grupo constituído pelas instituições de maior prestígio científico nos Estados Unidos e no mundo). De lá, transformou-se num observador privilegiado e distanciado da realidade cultural portuguesa, que sempre tratou com tolerância, sentido de humor e ironia. Neste livro, o autor aborda questões polémicas no nosso meio cultural e universitário: de onde vêm a verborreia empolada e a dificuldade lusitana de se debater argumentos sem entrar em ataques pessoais? Porque eram os intelectuais portugueses tão sensíveis às modas francesas? Porque é que os intelectuais europeus não compreendem a América? Porque é que o provincianismo português é tão arrogante? Sempre num registo divertido, bem-humorado e provocador.
Nº Páginas: 392
Sinopse:
Observação bem-humorada e provocadora da realidade cultural portuguesa. Onésimo Teotónio Almeida é, há longos anos, professor na prestigiada universidade Brown, em Providence, EUA - pertencente à Ivy League (um grupo constituído pelas instituições de maior prestígio científico nos Estados Unidos e no mundo). De lá, transformou-se num observador privilegiado e distanciado da realidade cultural portuguesa, que sempre tratou com tolerância, sentido de humor e ironia. Neste livro, o autor aborda questões polémicas no nosso meio cultural e universitário: de onde vêm a verborreia empolada e a dificuldade lusitana de se debater argumentos sem entrar em ataques pessoais? Porque eram os intelectuais portugueses tão sensíveis às modas francesas? Porque é que os intelectuais europeus não compreendem a América? Porque é que o provincianismo português é tão arrogante? Sempre num registo divertido, bem-humorado e provocador.
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Edição: Jan 2021
Nº Páginas: 80
Sinopse:
“As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes ou devemos esforçar-nos por as emendar?”Neste ensaio, de 1849, Henry David Thoreau defende que não devemos permitir que os governos controlem a nossa consciência e muito menos que nos tornem agentes de injustiça. Para Thoreau, a "desobediência civil" é uma forma de luta legítima e pacífica contra a opressão e os atropelos a que estão sujeitos os mais fracos.Nascidas em oposição à guerra e às leis esclavagistas da época, as ideias de Thoreau acabaram por inspirar nomes incontornáveis da história, como Gandhi e Martin Luther King, e batalhas que trouxeram mais liberdade e igualdade aos dias de hoje, como os movimentos sufragistas ou pelos direitos civis.Mais de um século após a sua edição original e numa época em que grassam a violência, o racismo, a xenofobia e as injustiças, poucos clássicos e poucos ideais poderiam fazer tanto sentido como este Desobediência Civil. Se partilha destes ideais, partilhe também as mensagens seguintes: - As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes? - A minoria que se conforma com a maioria torna-se ineficaz. - Não nos podemos transformar nos agentes da injustiça que condenamos.
Nº Páginas: 80
Sinopse:
“As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes ou devemos esforçar-nos por as emendar?”Neste ensaio, de 1849, Henry David Thoreau defende que não devemos permitir que os governos controlem a nossa consciência e muito menos que nos tornem agentes de injustiça. Para Thoreau, a "desobediência civil" é uma forma de luta legítima e pacífica contra a opressão e os atropelos a que estão sujeitos os mais fracos.Nascidas em oposição à guerra e às leis esclavagistas da época, as ideias de Thoreau acabaram por inspirar nomes incontornáveis da história, como Gandhi e Martin Luther King, e batalhas que trouxeram mais liberdade e igualdade aos dias de hoje, como os movimentos sufragistas ou pelos direitos civis.Mais de um século após a sua edição original e numa época em que grassam a violência, o racismo, a xenofobia e as injustiças, poucos clássicos e poucos ideais poderiam fazer tanto sentido como este Desobediência Civil. Se partilha destes ideais, partilhe também as mensagens seguintes: - As leis injustas existem. Devemos contentar-nos com obedecer-lhes? - A minoria que se conforma com a maioria torna-se ineficaz. - Não nos podemos transformar nos agentes da injustiça que condenamos.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O interesse deste livro está na diversidade dos temas abordados combinando as inquestionáveis prioridades à educação e à saúde com o incontornável desafio do envelhecimento das nossas sociedades sem deixar de prestar atenção aos modelos de governação das empresas e do Estado e ao grande sítio atual de vida, trabalho, aprendizagem e lazer, constituído pelas cidades.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
O interesse deste livro está na diversidade dos temas abordados combinando as inquestionáveis prioridades à educação e à saúde com o incontornável desafio do envelhecimento das nossas sociedades sem deixar de prestar atenção aos modelos de governação das empresas e do Estado e ao grande sítio atual de vida, trabalho, aprendizagem e lazer, constituído pelas cidades.
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Edição: Nov 2020
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Assente nos três pilares do desenvolvimento económico e social — o político-institucional, o económico-financeiro e o social —, o autor organiza a sua argumentação em quinze reflexões que evidenciam uma perspetiva sistémica e estrutural para defender que "desta vez terá de ser diferente" e que Portugal deve saber tirar as ilações necessárias das três crises económicas que experimentou em democracia e que revisita no livro: 1977-1978; 1983-1984; 2011-2014. As crises geram oportunidades de mudança e, ao contrário do que aconteceu nas anteriores, é preciso que ao enfrentarmos esta renasça a esperança de que vamos saber criar as condições para um novo impulso de crescimento da produtividade, para invertermos a tendência de caminharmos para a cauda entre os países europeus que procuram a convergência com o nível de vida dos países mais desenvolvidos. Para tanto, precisamos de reformas e de uma nova política de alocação de recursos, bem como de interiorizar a necessidade da renovação das Políticas Públicas e das Políticas Empresariais, as quais devem formar um todo coerente e ser orientadas para a melhoria da produtividade e da competitividade empresarial, fontes do crescimento económico e de prosperidade. Este é um livro virado para os desafios do futuro, que não ousa esquecer as lições do passado, para sabermos estar à altura das mudanças políticas, tecnológicas, económicas e sociais que nos esperam.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Assente nos três pilares do desenvolvimento económico e social — o político-institucional, o económico-financeiro e o social —, o autor organiza a sua argumentação em quinze reflexões que evidenciam uma perspetiva sistémica e estrutural para defender que "desta vez terá de ser diferente" e que Portugal deve saber tirar as ilações necessárias das três crises económicas que experimentou em democracia e que revisita no livro: 1977-1978; 1983-1984; 2011-2014. As crises geram oportunidades de mudança e, ao contrário do que aconteceu nas anteriores, é preciso que ao enfrentarmos esta renasça a esperança de que vamos saber criar as condições para um novo impulso de crescimento da produtividade, para invertermos a tendência de caminharmos para a cauda entre os países europeus que procuram a convergência com o nível de vida dos países mais desenvolvidos. Para tanto, precisamos de reformas e de uma nova política de alocação de recursos, bem como de interiorizar a necessidade da renovação das Políticas Públicas e das Políticas Empresariais, as quais devem formar um todo coerente e ser orientadas para a melhoria da produtividade e da competitividade empresarial, fontes do crescimento económico e de prosperidade. Este é um livro virado para os desafios do futuro, que não ousa esquecer as lições do passado, para sabermos estar à altura das mudanças políticas, tecnológicas, económicas e sociais que nos esperam.
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Edição: Mai 2020
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Em "Tentação" uma jovem de famílias ricas vê-se obrigada a trabalhar num acampamento de verão depois da ruína da sua família. O que certamente não esperava era converter-se em objeto de desejo... e ele não esperava ter de lutar contra a necessidade imperiosa de a fazer dele. "Sonhos Tornados Realidade", David Katcherton, um homem atrevido, seguro de si mesmo e arrogante, entrou na vida de Megan Miller e remexeu sentimentos que tinham permanecido adormecidos. Megan não queria ter nada a ver com Katche menos ainda depois de saber que ele queria comprar o negócio do seu querido avô, mas Katchera um homem que nunca aceitava um não como resposta. E tinha posto os seus olhos em Megan. Megan não estava disposta a apaixonar-se por aquele estranho tão irritante e tão irresistível que se intrometera na sua vida. Contudo, Katchera mais complexo do que imaginara. "Atração sem Limites", Jillian Baron e Aaron Murdock pareciam empenhados em prosseguir mais uma geração com a inimizade que, desde sempre, existira entre as suas famílias. Ela era mais suscetível e ele arrogante, no entanto a batalha que os seus corações travavam estava prestes a transformar a desconfiança mútua em desejo…
Nº Páginas: 512
Sinopse:
Em "Tentação" uma jovem de famílias ricas vê-se obrigada a trabalhar num acampamento de verão depois da ruína da sua família. O que certamente não esperava era converter-se em objeto de desejo... e ele não esperava ter de lutar contra a necessidade imperiosa de a fazer dele. "Sonhos Tornados Realidade", David Katcherton, um homem atrevido, seguro de si mesmo e arrogante, entrou na vida de Megan Miller e remexeu sentimentos que tinham permanecido adormecidos. Megan não queria ter nada a ver com Katche menos ainda depois de saber que ele queria comprar o negócio do seu querido avô, mas Katchera um homem que nunca aceitava um não como resposta. E tinha posto os seus olhos em Megan. Megan não estava disposta a apaixonar-se por aquele estranho tão irritante e tão irresistível que se intrometera na sua vida. Contudo, Katchera mais complexo do que imaginara. "Atração sem Limites", Jillian Baron e Aaron Murdock pareciam empenhados em prosseguir mais uma geração com a inimizade que, desde sempre, existira entre as suas famílias. Ela era mais suscetível e ele arrogante, no entanto a batalha que os seus corações travavam estava prestes a transformar a desconfiança mútua em desejo…
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Edição: Mai 2012
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Gemma Ranford quer tanto obter o emprego oferecido para catalogar os documentos de uma das famílias mais antigas de Edilian, a família Frazier, que está disposta a lutar por ele. Fascinada por História e desesperada por terminar a sua tese de dissertação, Gemma acredita que aqueles papéis lhe fornecerão novas informações essenciais para imprimirem novo fôlego à sua investigação. O que ela não espera encontrar são as repetidas referências à Pedra dos Desejos do Coração, um talismã mágico que, reza a lenda, concederá desejos a quem detenha o apelido Frazier. Se algo tão poderoso caísse nas mãos erradas, toda a família poderia ficar em perigo - mas, à semelhança da maioria das pessoas, Gemma considera que não passará de um mito. No entanto, à medida que vai passando mais tempo com a família, apercebe-se de que os desejos mais secretos de todos os Frazier estão, lentamente, a tornar-se realidade - e que ela, entretanto, está a apaixonar-se perdidamente pelo filho mais velho da sua empregadora, Colin. O problema é que Gemma não é a única a ter reparado que os poderes mágicos da pedra despertaram... e há um ladrão internacional à espreita. Trabalhando em conjunto, Gemma e Colin terão de encontrar a pedra antes que esta possa ser usada contra a família, mas não o farão sem que cada um dos seus desejos mais profundos tenha sido descoberto...
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Gemma Ranford quer tanto obter o emprego oferecido para catalogar os documentos de uma das famílias mais antigas de Edilian, a família Frazier, que está disposta a lutar por ele. Fascinada por História e desesperada por terminar a sua tese de dissertação, Gemma acredita que aqueles papéis lhe fornecerão novas informações essenciais para imprimirem novo fôlego à sua investigação. O que ela não espera encontrar são as repetidas referências à Pedra dos Desejos do Coração, um talismã mágico que, reza a lenda, concederá desejos a quem detenha o apelido Frazier. Se algo tão poderoso caísse nas mãos erradas, toda a família poderia ficar em perigo - mas, à semelhança da maioria das pessoas, Gemma considera que não passará de um mito. No entanto, à medida que vai passando mais tempo com a família, apercebe-se de que os desejos mais secretos de todos os Frazier estão, lentamente, a tornar-se realidade - e que ela, entretanto, está a apaixonar-se perdidamente pelo filho mais velho da sua empregadora, Colin. O problema é que Gemma não é a única a ter reparado que os poderes mágicos da pedra despertaram... e há um ladrão internacional à espreita. Trabalhando em conjunto, Gemma e Colin terão de encontrar a pedra antes que esta possa ser usada contra a família, mas não o farão sem que cada um dos seus desejos mais profundos tenha sido descoberto...
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