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Edição: Jun 2015
Nº Páginas: 120
Sinopse:
""Mensagem" — o único livro de poesia em língua portuguesa dado a público por Fernando Pessoa — foi impresso em Outubro de 1934. Dividido em três partes ("Brasão", "Mar Português" e "O Encoberto"), este livro, que esteve para se chamar "Portugal", incorpora 44 poemas, alguns dos quais já anteriormente publicados em jornais e revistas. (…) "Mensagem" — uma colectânea identificável com o sinal, necessariamente aleatório, de um nacionalismo místico, esotérico e profetista — pode também deixar visionada, por acrescento, a projecção de um "reino de alma humana continuamente sendo e continuamente ansiosa de mais ser"." Agostinho da Silva in "Um Fernando Pessoa"
Nº Páginas: 120
Sinopse:
""Mensagem" — o único livro de poesia em língua portuguesa dado a público por Fernando Pessoa — foi impresso em Outubro de 1934. Dividido em três partes ("Brasão", "Mar Português" e "O Encoberto"), este livro, que esteve para se chamar "Portugal", incorpora 44 poemas, alguns dos quais já anteriormente publicados em jornais e revistas. (…) "Mensagem" — uma colectânea identificável com o sinal, necessariamente aleatório, de um nacionalismo místico, esotérico e profetista — pode também deixar visionada, por acrescento, a projecção de um "reino de alma humana continuamente sendo e continuamente ansiosa de mais ser"." Agostinho da Silva in "Um Fernando Pessoa"
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Edição: Out 2015
Nº Páginas: 264
Sinopse:
""De Quanta Terra Precisa o Homem", de Tolstoi (que Joyce considerava como "a melhor literatura do mundo"), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert."George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski
Nº Páginas: 264
Sinopse:
""De Quanta Terra Precisa o Homem", de Tolstoi (que Joyce considerava como "a melhor literatura do mundo"), só podia ter sido escrita, no século dezanove, por um russo ou por um americano. É uma parábola da imensidade da terra; não teria feito sentido nem na paisagem de Kent de Dickens, nem na Normandia de Flaubert."George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski
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Edição: Out 2018
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
Nº Páginas: 272
Sinopse:
""A ti, por sua causa e tua, uma pessoa pode dizer a verdade como a mais ninguém, mais até, pode saber a sua verdade directamente de ti." Talvez como mais nenhum outro, este passo da carta escrita por Franz Kafka em 25 de Setembro de 1920 a Milena Pollak dá testemunho não apenas da intensidade da relação entre ambos — provavelmente, a relação amorosa mais profunda da vida de Kafka —, mas também do extremo de exposição pessoal a que o autor d’O Processo estava disposto no âmbito dessa relação. "Poucos dias antes, a 22 de Setembro, esse extremo expressara-se numa imagem de inultrapassável violência — "o amor é seres para mim a faca com que remexo as minhas entranhas" —, mostrando com clareza como, analogamente à escrita literária e aos textos diarísticos, as cartas constituem para Kafka um meio de exploração o mais intensa possível dos seus próprios e de todos os limites." Do Prefácio Esta é a primeira edição integral das "Cartas a Milena" de Kafka
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Edição: Fev 2019
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"— Esforcei-me por obter uma superfície com uma tonalidade uniforme, mate, com um mínimo de relevo. Pretendia uma superfície lisa, sem rugosidades visíveis, neutra, repousante para quem olha. Quis que a cor fosse refractária a qualquer tentativa para a nomear: cor de terracota, alaranjado, ocre, rosa. Quanto ao formato, pode parecer um círculo perfeito com as fronteiras muito nítidas, quase recortadas, mas na verdade não é um círculo perfeito. É uma elipse muito pouco excêntrica, e com algumas irregularidades muito subtis. Só estou arrependido de a ter pintado tão alto. Precisava de subir ao degrau mais alto do escadote para chegar lá, e mesmo assim não conseguia pintar numa posição normal. Tinha de esticar muito o braço. Era cansativo."
Nº Páginas: 280
Sinopse:
"— Esforcei-me por obter uma superfície com uma tonalidade uniforme, mate, com um mínimo de relevo. Pretendia uma superfície lisa, sem rugosidades visíveis, neutra, repousante para quem olha. Quis que a cor fosse refractária a qualquer tentativa para a nomear: cor de terracota, alaranjado, ocre, rosa. Quanto ao formato, pode parecer um círculo perfeito com as fronteiras muito nítidas, quase recortadas, mas na verdade não é um círculo perfeito. É uma elipse muito pouco excêntrica, e com algumas irregularidades muito subtis. Só estou arrependido de a ter pintado tão alto. Precisava de subir ao degrau mais alto do escadote para chegar lá, e mesmo assim não conseguia pintar numa posição normal. Tinha de esticar muito o braço. Era cansativo."
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Edição: Dez 2008
Nº Páginas: 110
Sinopse:
" "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente. Para os ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaio de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos actores de nô, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shôji, a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade. "
Nº Páginas: 110
Sinopse:
" "Elogio da Sombra" é uma das principais obras de Tanizaki (1886-1965) e um dos mais fascinantes ensaios sobre as diferenças entre o Ocidente e o Oriente. Para os ocidentais, o mais importante aliado da beleza foi sempre a luz, a ausência de sombras. Para a estética tradicional japonesa, do rosto das mulheres às salas dos templos, o essencial está na sombra e nos seus efeitos. Neste ensaio de 1933, Tanizaki fala-nos da cor das lacas, dos actores de nô, das paredes dos corredores, dos beirais das casas, da luz que há na sombra, para nos prevenir contra tudo o que brilha. Revela-nos o que sentia ao olhar o papel dos shôji, a visão de um universo ambíguo onde luz e sombra se confundem numa impressão de eternidade. "
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Edição: Fev 2024
Nº Páginas: 240
Sinopse:
DOIS LIVROS DE RUI TAVARES NUM SÓ: De um lado, as crónicas que há muito alertavam para a ameaça do autoritarismo Do outro, aquelas que nos apontam o caminho para um Portugal melhor. NÃO FOI POR FALTA DE AVISO Na última década e meia, enquanto o mundo lutava com as sequelas de uma crise financeira e enfrentava uma pandemia, crescia uma ameaça maior à nossa forma democrática de vida. O regresso do autoritarismo estava à vista de todos. Mas poucos o quiseram ver, e menos ainda nomear desde tão cedo. Não Foi por Falta de Aviso é um desses raros relatos. Porque o resto da história ainda pode ser diferente. AINDA O APANHAMOS! Nos 50 anos do 25 Abril, que inaugurou o nosso regime mais livre e generoso, é tempo de revisitar uma tensão fundamental ao ser português: a tensão entre pequenez e grandeza, entre velho e novo. Esta ideia de que estamos quase sempre a chegar lá, ou prontos a desistir a meio do caminho. Para desatar o nó, não basta o «dizer umas coisas» dos populistas e não chegam as folhas de cálculo dos tecnocratas. É preciso descrever a visão de um Portugal melhor e partilhar um caminho para lá chegar.
Nº Páginas: 240
Sinopse:
DOIS LIVROS DE RUI TAVARES NUM SÓ: De um lado, as crónicas que há muito alertavam para a ameaça do autoritarismo Do outro, aquelas que nos apontam o caminho para um Portugal melhor. NÃO FOI POR FALTA DE AVISO Na última década e meia, enquanto o mundo lutava com as sequelas de uma crise financeira e enfrentava uma pandemia, crescia uma ameaça maior à nossa forma democrática de vida. O regresso do autoritarismo estava à vista de todos. Mas poucos o quiseram ver, e menos ainda nomear desde tão cedo. Não Foi por Falta de Aviso é um desses raros relatos. Porque o resto da história ainda pode ser diferente. AINDA O APANHAMOS! Nos 50 anos do 25 Abril, que inaugurou o nosso regime mais livre e generoso, é tempo de revisitar uma tensão fundamental ao ser português: a tensão entre pequenez e grandeza, entre velho e novo. Esta ideia de que estamos quase sempre a chegar lá, ou prontos a desistir a meio do caminho. Para desatar o nó, não basta o «dizer umas coisas» dos populistas e não chegam as folhas de cálculo dos tecnocratas. É preciso descrever a visão de um Portugal melhor e partilhar um caminho para lá chegar.
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Edição: Abr 2001
Nº Páginas: 206
Sinopse:
O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - "Lírios do Monte" e "Longe" -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, "Viver também cansa". Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas "Viagem do Outro Lado" e "Circunstanciais" a obra "Poeta Militante" (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - "imagens do Século Vinte em Mim" - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.
Nº Páginas: 206
Sinopse:
O «poeta militante» José Gomes Ferreira nasceu no ano de 1900, na cidade do Porto. Licenciou-se em Direito pela Universidade de Lisboa em 1924 e no ano seguinte rumava como cônsul à Noruega, país onde permaneceu até 1929. Regressado a Portugal, dedicou-se à escrita. Apesar de já ter publicado dois livros de poemas em 1918 e 1921 - "Lírios do Monte" e "Longe" -, livros que, aliás, foram esquecidos e retirados da sua bibliografia, só em 1931 se encontra verdadeiramente como poeta. Nesse ano, é publicado na revista Presença um poema seu, hoje dos mais conhecidos, "Viver também cansa". Dezassete anos depois, isto é, em 1948, sai o primeiro volume de Poesia, a que se seguiram outros, até ao sexto volume em 1975. Posteriormente estes seis volumes vieram a incorporar, juntamente com as colectâneas "Viagem do Outro Lado" e "Circunstanciais" a obra "Poeta Militante" (3 volumes). Militante significava para Gomes Ferreira ser «militante da poesia total». No subtítulo da obra - "imagens do Século Vinte em Mim" - outra pista é-nos deixada: o interesse do poeta pelo real, pelo quotidiano, o seu interesse em revelar uma experiência pessoal, logo, subjectiva.
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Edição: Out 2024
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Turno da Noite A atraente locutora de rádio de um programa da noite, Cilla O’Roarke, devia ser protegida a qualquer preço, mas a sua personalidade começava a afetar o seu protetor. Tinha uma voz rouca, suave e potente, mas foram as contradições de Cilla que fascinaram o detetive Boyd Fletcher, a vulnerabilidade que existia por baixo da sua carapaça… A Sombra da Noite Ele caminhava sozinho pelos becos escuros, era a sombra entre as sombras, e era assim que gostava de viver. Até à noite em que salvou Deborah O’ Roarke das mãos de um criminoso e redescobriu a calma que residia no seu coração. Deborah era uma idealista que fazia tudo de acordo com a lei, porém viu-se obrigada a fazer um acordo com um delinquente em troca de informação e, a partir daí, vê-se imersa num mundo perigoso que a levará a conhecer Gage Guthrie, o Némesis… Um Grito na Noite Quando pôs os olhos em Colt Nightshade, soube que ele representava problemas. Mas a tenente de polícia Althea Grayson tinha orgulho em ser uma mulher implacável, eficaz, e em ter um grande autocontrolo e não seria o seu novo parceiro que iria mudar isso. Aquele homem não tinha qualquer respeito pelas regras, e o pior é que isso estava a afetá-la. Colt desafiava Althea, olhando-a diretamente nos olhos e segurando-a pelos braços… Fumo na Noite O investigador de incêndios Ryan Piasecki é um homem que leva o seu trabalho muito a sério e está disposto a ultrapassar qualquer obstáculo ou mulher bonita. a sua missão é descobrir quem tentou transformar o negócio da elegante executiva Natalie Fletcher em cinzas. Ela precisava dos serviços de Ryan para apanhar o incendiário mas, se ele não tivesse cuidado, as faíscas entre eles fariam surgir algo muito mais impressionante do que um incêndio…
Nº Páginas: 720
Sinopse:
Turno da Noite A atraente locutora de rádio de um programa da noite, Cilla O’Roarke, devia ser protegida a qualquer preço, mas a sua personalidade começava a afetar o seu protetor. Tinha uma voz rouca, suave e potente, mas foram as contradições de Cilla que fascinaram o detetive Boyd Fletcher, a vulnerabilidade que existia por baixo da sua carapaça… A Sombra da Noite Ele caminhava sozinho pelos becos escuros, era a sombra entre as sombras, e era assim que gostava de viver. Até à noite em que salvou Deborah O’ Roarke das mãos de um criminoso e redescobriu a calma que residia no seu coração. Deborah era uma idealista que fazia tudo de acordo com a lei, porém viu-se obrigada a fazer um acordo com um delinquente em troca de informação e, a partir daí, vê-se imersa num mundo perigoso que a levará a conhecer Gage Guthrie, o Némesis… Um Grito na Noite Quando pôs os olhos em Colt Nightshade, soube que ele representava problemas. Mas a tenente de polícia Althea Grayson tinha orgulho em ser uma mulher implacável, eficaz, e em ter um grande autocontrolo e não seria o seu novo parceiro que iria mudar isso. Aquele homem não tinha qualquer respeito pelas regras, e o pior é que isso estava a afetá-la. Colt desafiava Althea, olhando-a diretamente nos olhos e segurando-a pelos braços… Fumo na Noite O investigador de incêndios Ryan Piasecki é um homem que leva o seu trabalho muito a sério e está disposto a ultrapassar qualquer obstáculo ou mulher bonita. a sua missão é descobrir quem tentou transformar o negócio da elegante executiva Natalie Fletcher em cinzas. Ela precisava dos serviços de Ryan para apanhar o incendiário mas, se ele não tivesse cuidado, as faíscas entre eles fariam surgir algo muito mais impressionante do que um incêndio…
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Edição: Nov 2007
Nº Páginas: 144
Sinopse:
" E o que a autora vê e descreve num registo muito original e peculiar, são personagens de forte recorte psicológico, são momentos fugazes mas plenos de significado, e tudo num contexto de profunda reflexão crítica sobre os valores frívolos dominantes da sociedade em que vivemos."
Nº Páginas: 144
Sinopse:
" E o que a autora vê e descreve num registo muito original e peculiar, são personagens de forte recorte psicológico, são momentos fugazes mas plenos de significado, e tudo num contexto de profunda reflexão crítica sobre os valores frívolos dominantes da sociedade em que vivemos."
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Edição: Fev 2009
Nº Páginas: 264
Sinopse:
«Aparentemente a estação de caminho-de-ferro do Union Pacific está ainda intacta, tal como descrita em Playback. Estação que eu tinha visitado em filmes sem conta. Mas faltava em tudo aquilo qualquer coisa de essencial. Demasiada luz. Uma inundação de claridade. Era isso. Faltava a noite. Faltavam as sombras. Faltava a chuvada negra do Bip Sleep. Faltava a face obscura com que os homens contagiam as cidades que povoam. Faltava a lucidez gelada da escuridão. Faltava também o Humphrey Bogart. Faltava a Lauren Bacall. Eventualmente faltaremos todos. Permanecendo, porém, como deuses imortais, os sítios para continuarem a prestar o seu indiferente testemunho de silêncio.»
Nº Páginas: 264
Sinopse:
«Aparentemente a estação de caminho-de-ferro do Union Pacific está ainda intacta, tal como descrita em Playback. Estação que eu tinha visitado em filmes sem conta. Mas faltava em tudo aquilo qualquer coisa de essencial. Demasiada luz. Uma inundação de claridade. Era isso. Faltava a noite. Faltavam as sombras. Faltava a chuvada negra do Bip Sleep. Faltava a face obscura com que os homens contagiam as cidades que povoam. Faltava a lucidez gelada da escuridão. Faltava também o Humphrey Bogart. Faltava a Lauren Bacall. Eventualmente faltaremos todos. Permanecendo, porém, como deuses imortais, os sítios para continuarem a prestar o seu indiferente testemunho de silêncio.»
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A histórica revista literária Paris Review fez as melhores entrevistas aos melhores escritores, e influenciou para sempre o fascínio pela arte da escrita. Depois de duas colectâneas de sucesso, o terceiro volume apresenta uma nova selecção de conversas inesquecíveis para os amantes de literatura: do recente enigma Elena Ferrante à irreverência histórica de Henry Miller, do humor certeiro de Julian Barnes e de Dorothy Parker à inteligência sóbria de George Steiner e de Susan Sontag, passando pela audácia de Karl Ove Knausgård e de Lydia Davis, e pelo desconcerto de Emmanuel Carrère e W.H. Auden. Um livro que dá voz a romancistas, contistas, poetas e ensaístas, encontrando-se entre eles dois prémios Nobel da Literatura — John Steinbeck (1962) e Alice Munro (2013). Susan Sontag — «Um romance que valha a pena ler é uma educação sentimental. Amplia a nossa percepção do potencial da humanidade, do que a natureza humana é, do que se passa no mundo. É um criador de vida interior.» George Steiner — «A grande escrita e o grande pensamento prosperam sob pressão. Pensar é uma actividade solitária, cancerosa, autista e louca.» Karl Ove Knausgård — «Tenho plena consciência do facto de as mulheres serem objectos no livro, porque é assim para mim. Sempre que vejo uma mulher penso: como seria ir para a cama com ela? Acho que é o primeiro pensamento de todos os homens.» Elena Ferrante — «Quando escrevia histórias sobre raparigas, queria que a heroína tivesse uma riqueza de experiências, uma liberdade, uma determinação que tentava imitar dos grandes romances escritor por homens.» John Steinbeck — «Tenho levado uma existência estranhamente incompleta. Sou totalmente desmiolado. Talvez seja uma vantagem. Se tivesse miolos, provavelmente estourá-los-ia.» Dorothy Parker — «Gostaria de ter dinheiro. E gostava de escrever bem. Estes dois elementos poderiam coexistir, se possível, mas se for demasiado difícil, preferia ter dinheiro. Detesto quase todas as pessoas ricas, mas acho que eu própria seria amorosa se tivesse esse tipo de vida.» Henry Miller — «Os tabus não passam de heranças vestigiais, pode-se dizer que são criados por espíritos doentes, pessoas medrosas que não tiveram a coragem de viver.» Alice Munro — «Sinto que fiz tudo ao contrário: fui uma escritora obstinada enquanto as minhas filhas eram pequenas e precisavam de mim desesperadamente. E agora, quando não precisam de mim para nada, sinto um grande amor por elas.» Lydia Davis — «Fugi da escola com uma mochila cheia de pequenos volumes de Shakespeare. Pensei que ia viver nos bosques e ler Shakespeare. Não sei o que pensava que comeria.» W.H. Auden — «Não consigo compreender como se pode gostar de escrever sem qualquer forma. Quando participamos num jogo, tem de haver regras; caso contrário, não é divertido.» Emmanuel Carrère — «Certa vez ouvi uma menina dizer uma coisa de que gostei muito. Tinha-se portado mal e a mãe ralhava-lhe, dizendo: põe-te no lugar das outras pessoas! E a menina respondeu: mas se eu fizer isso, para onde irão essas pessoas?» Julian Barnes — «Seria mais fácil fazer uma lista dos desportos que não sigo, como natação sincronizada e carpet bowls, embora ao fim da noite, de bebida na mão, as transmissões televisivas de carpet bowls possam parecer estranhamente interessantes.» - info
Nº Páginas: 448
Sinopse:
A histórica revista literária Paris Review fez as melhores entrevistas aos melhores escritores, e influenciou para sempre o fascínio pela arte da escrita. Depois de duas colectâneas de sucesso, o terceiro volume apresenta uma nova selecção de conversas inesquecíveis para os amantes de literatura: do recente enigma Elena Ferrante à irreverência histórica de Henry Miller, do humor certeiro de Julian Barnes e de Dorothy Parker à inteligência sóbria de George Steiner e de Susan Sontag, passando pela audácia de Karl Ove Knausgård e de Lydia Davis, e pelo desconcerto de Emmanuel Carrère e W.H. Auden. Um livro que dá voz a romancistas, contistas, poetas e ensaístas, encontrando-se entre eles dois prémios Nobel da Literatura — John Steinbeck (1962) e Alice Munro (2013). Susan Sontag — «Um romance que valha a pena ler é uma educação sentimental. Amplia a nossa percepção do potencial da humanidade, do que a natureza humana é, do que se passa no mundo. É um criador de vida interior.» George Steiner — «A grande escrita e o grande pensamento prosperam sob pressão. Pensar é uma actividade solitária, cancerosa, autista e louca.» Karl Ove Knausgård — «Tenho plena consciência do facto de as mulheres serem objectos no livro, porque é assim para mim. Sempre que vejo uma mulher penso: como seria ir para a cama com ela? Acho que é o primeiro pensamento de todos os homens.» Elena Ferrante — «Quando escrevia histórias sobre raparigas, queria que a heroína tivesse uma riqueza de experiências, uma liberdade, uma determinação que tentava imitar dos grandes romances escritor por homens.» John Steinbeck — «Tenho levado uma existência estranhamente incompleta. Sou totalmente desmiolado. Talvez seja uma vantagem. Se tivesse miolos, provavelmente estourá-los-ia.» Dorothy Parker — «Gostaria de ter dinheiro. E gostava de escrever bem. Estes dois elementos poderiam coexistir, se possível, mas se for demasiado difícil, preferia ter dinheiro. Detesto quase todas as pessoas ricas, mas acho que eu própria seria amorosa se tivesse esse tipo de vida.» Henry Miller — «Os tabus não passam de heranças vestigiais, pode-se dizer que são criados por espíritos doentes, pessoas medrosas que não tiveram a coragem de viver.» Alice Munro — «Sinto que fiz tudo ao contrário: fui uma escritora obstinada enquanto as minhas filhas eram pequenas e precisavam de mim desesperadamente. E agora, quando não precisam de mim para nada, sinto um grande amor por elas.» Lydia Davis — «Fugi da escola com uma mochila cheia de pequenos volumes de Shakespeare. Pensei que ia viver nos bosques e ler Shakespeare. Não sei o que pensava que comeria.» W.H. Auden — «Não consigo compreender como se pode gostar de escrever sem qualquer forma. Quando participamos num jogo, tem de haver regras; caso contrário, não é divertido.» Emmanuel Carrère — «Certa vez ouvi uma menina dizer uma coisa de que gostei muito. Tinha-se portado mal e a mãe ralhava-lhe, dizendo: põe-te no lugar das outras pessoas! E a menina respondeu: mas se eu fizer isso, para onde irão essas pessoas?» Julian Barnes — «Seria mais fácil fazer uma lista dos desportos que não sigo, como natação sincronizada e carpet bowls, embora ao fim da noite, de bebida na mão, as transmissões televisivas de carpet bowls possam parecer estranhamente interessantes.» - info
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Edição: Abr 1999
Nº Páginas: 1788
Sinopse:
Miguel Torga, pseudónimo literário de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença, e dirigiu as revistas Sinal e Manifesto. Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira, bem como o Prémio Écureuil de Literatura Estrangeira (Bordéus). A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas.
Nº Páginas: 1788
Sinopse:
Miguel Torga, pseudónimo literário de Adolfo Correia Rocha, nasceu em São Martinho de Anta, Trás-os-Montes, a 12 de Agosto de 1907, e faleceu em Coimbra, a 17 de Janeiro de 1995. Formado em Medicina pela Universidade de Coimbra, colaborou na revista Presença, e dirigiu as revistas Sinal e Manifesto. Em 1976 foi distinguido com o Grande Prémio Internacional de Poesia das Bienais Internacionais de Knokke-Heist, em 1980 com o Prémio Morgado de Mateus, em 1981 com o Prémio Montaigne (Alemanha), em 1989 com o Prémio Camões e em 1992 com os prémios Vida Literária da Associação Portuguesa de Escritores e Figura do Ano da Associação dos Correspondentes da Imprensa Estrangeira, bem como o Prémio Écureuil de Literatura Estrangeira (Bordéus). A sua obra encontra-se traduzida em diversas línguas.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Na década de 1930, as grandes planícies do Texas e do Oklahoma foram assoladas por centenas de tempestades de poeira que causaram um desastre ecológico sem precedentes, agravaram os efeitos da Grande Depressão, deixaram cerca de meio milhão de americanos sem casa e provocaram o êxodo de muitos deles para oeste, rumo à Califórnia, em busca de trabalho. Quando os Joad perdem a quinta de que eram rendeiros no Oklahoma, juntam-se a milhares de outros ao longo das estradas, no sonho de conseguirem uma terra que possam considerar sua. E noite após noite, eles e os seus companheiros de desdita reinventam toda uma sociedade: escolhem-se líderes, redefinem-se códigos implícitos de generosidade, irrompem acessos de violência, de desejo brutal, de raiva assassina. Este romance que é universalmente considerado a obra-prima de John Steinbeck, publicado em 1939 e premiado com o Pulitzer em 1940, é o retrato épico do desapiedado conflito entre os poderosos e aqueles que nada têm, do modo como um homem pode reagir à injustiça, e também da força tranquila e estoica de uma mulher. As Vinhas da Ira é um marco da literatura mundial.
Nº Páginas: 576
Sinopse:
Na década de 1930, as grandes planícies do Texas e do Oklahoma foram assoladas por centenas de tempestades de poeira que causaram um desastre ecológico sem precedentes, agravaram os efeitos da Grande Depressão, deixaram cerca de meio milhão de americanos sem casa e provocaram o êxodo de muitos deles para oeste, rumo à Califórnia, em busca de trabalho. Quando os Joad perdem a quinta de que eram rendeiros no Oklahoma, juntam-se a milhares de outros ao longo das estradas, no sonho de conseguirem uma terra que possam considerar sua. E noite após noite, eles e os seus companheiros de desdita reinventam toda uma sociedade: escolhem-se líderes, redefinem-se códigos implícitos de generosidade, irrompem acessos de violência, de desejo brutal, de raiva assassina. Este romance que é universalmente considerado a obra-prima de John Steinbeck, publicado em 1939 e premiado com o Pulitzer em 1940, é o retrato épico do desapiedado conflito entre os poderosos e aqueles que nada têm, do modo como um homem pode reagir à injustiça, e também da força tranquila e estoica de uma mulher. As Vinhas da Ira é um marco da literatura mundial.
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Edição: Abr 2002
Nº Páginas: 192
Sinopse:
António Lobo Antunes nasceu em Lisboa em 1942 e licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa em 1969. Combateu em Angola de 1971 a 1973. Depois da publicação de Memória de Elefante e Os Cus de Judas, ambos em 1979, António Lobo Antunes tornou-se um dos escritores portugueses mais lidos, traduzidos e premiados em todo o mundo. Em 2005 foi distinguido com um dos mais importantes prémios literários do mundo: o Prémio Jerusalém. Em 2007 recebeu o Prémio Camões, o mais importante prémio literário de língua portuguesa.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
António Lobo Antunes nasceu em Lisboa em 1942 e licenciou-se em Medicina pela Universidade de Lisboa em 1969. Combateu em Angola de 1971 a 1973. Depois da publicação de Memória de Elefante e Os Cus de Judas, ambos em 1979, António Lobo Antunes tornou-se um dos escritores portugueses mais lidos, traduzidos e premiados em todo o mundo. Em 2005 foi distinguido com um dos mais importantes prémios literários do mundo: o Prémio Jerusalém. Em 2007 recebeu o Prémio Camões, o mais importante prémio literário de língua portuguesa.
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Edição: Jul 2016
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O 2º livro da nova série, o novo fenómeno erótico, após As Cinquenta Sombras de Grey. Mais de 2 500 000 exemplares vendidos da série nos EUA. A jornada de Mia Saunders, acompanhante por força das circunstâncias, continua neste segundo volume de A Rapariga do Calendário! Nos três meses que se seguem, Mia viaja para Boston, Oahu e Washington DC.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
O 2º livro da nova série, o novo fenómeno erótico, após As Cinquenta Sombras de Grey. Mais de 2 500 000 exemplares vendidos da série nos EUA. A jornada de Mia Saunders, acompanhante por força das circunstâncias, continua neste segundo volume de A Rapariga do Calendário! Nos três meses que se seguem, Mia viaja para Boston, Oahu e Washington DC.
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Edição: Nov 2011
Nº Páginas: 1008
Sinopse:
O "Dicionário de Luís de Camões", obra concebida sob a coordenação do Prof. Vítor Aguiar e Silva, constitui um vasto e rico "Thesaurus" da camonística contemporânea. Os seus cerca de duzentos artigos, da autoria dos mais reputados camonistas nacionais e estrangeiros, proporcionam ao leitor uma informação abundante, rigorosa e actualizada sobre a biografia, a obra lírica, épica, dramatúrgica e epistolar de Camões, sobre a sua contextualização histórico-literária, sobre os seus problemas filológicos, sobre a influência e a crítica camonianas nos diversos períodos da literatura portuguesa e, numa perspectiva comparatista, sobre a recepção de Camões nas principais literaturas mundiais, desde a espanhola à brasileira e à norte-americana. É concedida especial atenção à relevância da tradição clássica na obra de Camões e às relações sobretudo da sua poesia lírica e épica com a literatura castelhana e com a literatura italiana dos séculos XV e XVI. O Dicionário consagra artigos a escritores quinhentistas portugueses que, directa ou indirectamente, são relacionáveis com Camões, procurando construir uma visão sinóptica do campo literário português no tempo de Camões. Alguns artigos estudam as relações da obra de Camões com a pintura e as artes plásticas e com a música. Salientem-se também os artigos dedicados a grandes camonistas já falecidos. A bibliografia que acompanha os artigos do Dicionário, criteriosamente seleccionada, é um valioso instrumento de informação para os leitores e estudiosos da obra do maior Poeta da língua portuguesa.
Nº Páginas: 1008
Sinopse:
O "Dicionário de Luís de Camões", obra concebida sob a coordenação do Prof. Vítor Aguiar e Silva, constitui um vasto e rico "Thesaurus" da camonística contemporânea. Os seus cerca de duzentos artigos, da autoria dos mais reputados camonistas nacionais e estrangeiros, proporcionam ao leitor uma informação abundante, rigorosa e actualizada sobre a biografia, a obra lírica, épica, dramatúrgica e epistolar de Camões, sobre a sua contextualização histórico-literária, sobre os seus problemas filológicos, sobre a influência e a crítica camonianas nos diversos períodos da literatura portuguesa e, numa perspectiva comparatista, sobre a recepção de Camões nas principais literaturas mundiais, desde a espanhola à brasileira e à norte-americana. É concedida especial atenção à relevância da tradição clássica na obra de Camões e às relações sobretudo da sua poesia lírica e épica com a literatura castelhana e com a literatura italiana dos séculos XV e XVI. O Dicionário consagra artigos a escritores quinhentistas portugueses que, directa ou indirectamente, são relacionáveis com Camões, procurando construir uma visão sinóptica do campo literário português no tempo de Camões. Alguns artigos estudam as relações da obra de Camões com a pintura e as artes plásticas e com a música. Salientem-se também os artigos dedicados a grandes camonistas já falecidos. A bibliografia que acompanha os artigos do Dicionário, criteriosamente seleccionada, é um valioso instrumento de informação para os leitores e estudiosos da obra do maior Poeta da língua portuguesa.
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Edição: Nov 2013
Nº Páginas: 1024
Sinopse:
Um guia indispensável para viajar na literatura 1200 lugares, mais de 1000 páginas, de atlântida a xanadu, passando pelo castelo, de kafka, e pelo país das maravilhas. "É um velho costume marítimo que uma nova embarcação seja lançada ao mar com um pedido de bênção para si e para todos os seus tripulantes. Agora que o nosso "Dicionário de Lugares Imaginários" passará a navegar as desconhecidas águas de Portugal, também pedimos que o abençoem as almas generosas de intrépidos viajantes imaginários como Camões, Pessoa, Sophia de Mello Breyner, António Lobo Antunes. Eles entenderão, melhor do que ninguém, a honra que representa para uma obra como a nossa, de viagens a lugares sonhados, partilhar a estante com as crónicas dessas outras viagens a lugares que chamamos, sabe-se lá porquê, verdadeiros." Alberto Manguel
Nº Páginas: 1024
Sinopse:
Um guia indispensável para viajar na literatura 1200 lugares, mais de 1000 páginas, de atlântida a xanadu, passando pelo castelo, de kafka, e pelo país das maravilhas. "É um velho costume marítimo que uma nova embarcação seja lançada ao mar com um pedido de bênção para si e para todos os seus tripulantes. Agora que o nosso "Dicionário de Lugares Imaginários" passará a navegar as desconhecidas águas de Portugal, também pedimos que o abençoem as almas generosas de intrépidos viajantes imaginários como Camões, Pessoa, Sophia de Mello Breyner, António Lobo Antunes. Eles entenderão, melhor do que ninguém, a honra que representa para uma obra como a nossa, de viagens a lugares sonhados, partilhar a estante com as crónicas dessas outras viagens a lugares que chamamos, sabe-se lá porquê, verdadeiros." Alberto Manguel
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Edição: Nov 2018
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Depois de fazer a barba, com um sorriso nos lábios, passe no café e peça: "Queria um copo de água." Pelos vistos, não há nada de mal nisso. Há muitas expressões que usamos no nosso dia-a-dia e que várias vezes ouvimos dizer que estão erradas. Estarão mesmo? Será que posso dizer "amigo meu", "beijinhos grandes", "fazer a barba", "bicho-carpinteiro", "mal e porcamente", "copo de água", "saudades tuas"? Marco Neves defende que sim! Este é um dicionário diferente - ao mesmo tempo útil e divertido, é uma homenagem à língua portuguesa, tal como ela existe nas mãos de quem escreve e nos lábios de quem fala. O autor ataca tabus, desmonta mitos e defende com unhas e dentes a riqueza da língua em toda a sua variedade social. Eis um livro para todas as mentes curiosas que gostam de olhar com prazer e atenção para a língua que falam. Tenha-o sempre à mão e esclareça dúvidas sobre o uso de certas expressões e as situações em que são ou não adequadas. Livre-se de preconceitos e defenda a nossa língua!
Nº Páginas: 232
Sinopse:
Depois de fazer a barba, com um sorriso nos lábios, passe no café e peça: "Queria um copo de água." Pelos vistos, não há nada de mal nisso. Há muitas expressões que usamos no nosso dia-a-dia e que várias vezes ouvimos dizer que estão erradas. Estarão mesmo? Será que posso dizer "amigo meu", "beijinhos grandes", "fazer a barba", "bicho-carpinteiro", "mal e porcamente", "copo de água", "saudades tuas"? Marco Neves defende que sim! Este é um dicionário diferente - ao mesmo tempo útil e divertido, é uma homenagem à língua portuguesa, tal como ela existe nas mãos de quem escreve e nos lábios de quem fala. O autor ataca tabus, desmonta mitos e defende com unhas e dentes a riqueza da língua em toda a sua variedade social. Eis um livro para todas as mentes curiosas que gostam de olhar com prazer e atenção para a língua que falam. Tenha-o sempre à mão e esclareça dúvidas sobre o uso de certas expressões e as situações em que são ou não adequadas. Livre-se de preconceitos e defenda a nossa língua!
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Edição: Jul 2019
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Eis uma obra do catano! Uma extensa compilação de palavras e expressões oriundas do calão. Com um linguajar divertido e mais de 3300 entradas, apresentando definição, sinónimos e curiosidades quanto à origem de muitas expressões. Por exemplo, sabe como surgiu a expressão "arriar a giga"? Quantos sinónimos terá a palavra "pénis"? E qual a localização do "sítio onde a pombinha do Espírito Santo encontrou a Nossa Senhora"? Para conhecer isso e muito mais, é só abrir este livro. Mas também expressões e termos divertidos, por vezes inocentes, algumas vezes a roçar o obsceno, mas que nos fazem sempre sorrir. Há ainda expressões que já não se usam, mas esperam pelo nosso resgate. Uma coisa é certa: não fizemos censura! Afinal, o vocabulário em torno do calão faz parte do grande património da língua portuguesa. Aliás, o calão dá vida à língua e muito a enriquece.
Nº Páginas: 192
Sinopse:
Eis uma obra do catano! Uma extensa compilação de palavras e expressões oriundas do calão. Com um linguajar divertido e mais de 3300 entradas, apresentando definição, sinónimos e curiosidades quanto à origem de muitas expressões. Por exemplo, sabe como surgiu a expressão "arriar a giga"? Quantos sinónimos terá a palavra "pénis"? E qual a localização do "sítio onde a pombinha do Espírito Santo encontrou a Nossa Senhora"? Para conhecer isso e muito mais, é só abrir este livro. Mas também expressões e termos divertidos, por vezes inocentes, algumas vezes a roçar o obsceno, mas que nos fazem sempre sorrir. Há ainda expressões que já não se usam, mas esperam pelo nosso resgate. Uma coisa é certa: não fizemos censura! Afinal, o vocabulário em torno do calão faz parte do grande património da língua portuguesa. Aliás, o calão dá vida à língua e muito a enriquece.
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Edição: Ago 2020
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O sentimento de felicidade pode dar medo. Medo de que, de repente, tudo se desmorone. Que o coração gele, depois de aquecer. Que a pele esfrie, depois de recolher os melhores pedaços do Sol." Os dias de Miguel são divididos entre a intensa atividade profissional e o apoio a Teresa, a sua tia, institucionalizada com uma doença irreversível. Na família encontra o conforto dos seus dias agitados, com Catarina e os filhos André e Tiago.As alterações recentes na administração do banco onde trabalha, a degradação do casamento e os problemas vividos pelo filho adolescente levam Miguel a questionar as opções de vida. Ao mesmo tempo, retoma as memórias mais antigas, incluindo a sua vila no interior e a casa onde nasceu e viveu, criado por Teresa, num ambiente de permanente felicidade. Quando o mundo de Miguel parece desabar, passado e presente unem-se numa longa jornada de salvação e de mudança de prioridades, onde o amor se transforma no principal caminho para a reconstrução da felicidade, mesmo quando a perda e a saudade pareciam não querer dar tréguas…
Nº Páginas: 304
Sinopse:
"O sentimento de felicidade pode dar medo. Medo de que, de repente, tudo se desmorone. Que o coração gele, depois de aquecer. Que a pele esfrie, depois de recolher os melhores pedaços do Sol." Os dias de Miguel são divididos entre a intensa atividade profissional e o apoio a Teresa, a sua tia, institucionalizada com uma doença irreversível. Na família encontra o conforto dos seus dias agitados, com Catarina e os filhos André e Tiago.As alterações recentes na administração do banco onde trabalha, a degradação do casamento e os problemas vividos pelo filho adolescente levam Miguel a questionar as opções de vida. Ao mesmo tempo, retoma as memórias mais antigas, incluindo a sua vila no interior e a casa onde nasceu e viveu, criado por Teresa, num ambiente de permanente felicidade. Quando o mundo de Miguel parece desabar, passado e presente unem-se numa longa jornada de salvação e de mudança de prioridades, onde o amor se transforma no principal caminho para a reconstrução da felicidade, mesmo quando a perda e a saudade pareciam não querer dar tréguas…
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Edição: Out 2011
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Escócia, 1766. Angus McTern tem tudo o que pode desejar na vida. Embora o avô tivesse perdido as terras e o castelo da família num jogo de cartas quando Angus era pequeno, ele continua a encarar seriamente os seus deveres na qualidade de laird. Por conseguinte, quando a herdeira legítima do castelo — a bonita Edilean Talbot — aparece, a calma existência de Angus fica abalada para sempre… No início, Angus trata Edilean com frieza. Ressente-se da educação privilegiada da jovem e sente-se enraivecido pela forma como todo o seu clã parece adorá-la. Contudo, quando a herança de Edilean é roubada e ela precisa desesperadamente da sua ajuda, Angus põe o orgulho de lado. Porém, nem tudo é o que parece, e devido a uma terrível confusão Angus é acusado de se apoderar da herança da jovem. A partir desse momento, a única forma de escapar à perseguição consiste em subir a bordo de um navio na companhia de Edilean. Durante a travessia, o amor começa a nascer entre eles. Contudo, a felicidade é de curta duração pois não é a liberdade aquilo que os espera na América, mas o ganancioso noivo de Edilean, que faz tudo para obrigar Edilean a regressar à Escócia com ele. Porém, o destino volta a reunir Angus e Edilean……
Nº Páginas: 404
Sinopse:
Escócia, 1766. Angus McTern tem tudo o que pode desejar na vida. Embora o avô tivesse perdido as terras e o castelo da família num jogo de cartas quando Angus era pequeno, ele continua a encarar seriamente os seus deveres na qualidade de laird. Por conseguinte, quando a herdeira legítima do castelo — a bonita Edilean Talbot — aparece, a calma existência de Angus fica abalada para sempre… No início, Angus trata Edilean com frieza. Ressente-se da educação privilegiada da jovem e sente-se enraivecido pela forma como todo o seu clã parece adorá-la. Contudo, quando a herança de Edilean é roubada e ela precisa desesperadamente da sua ajuda, Angus põe o orgulho de lado. Porém, nem tudo é o que parece, e devido a uma terrível confusão Angus é acusado de se apoderar da herança da jovem. A partir desse momento, a única forma de escapar à perseguição consiste em subir a bordo de um navio na companhia de Edilean. Durante a travessia, o amor começa a nascer entre eles. Contudo, a felicidade é de curta duração pois não é a liberdade aquilo que os espera na América, mas o ganancioso noivo de Edilean, que faz tudo para obrigar Edilean a regressar à Escócia com ele. Porém, o destino volta a reunir Angus e Edilean……
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Edição: Mar 2015
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O diário "Dias Comuns", de José Gomes Ferreira, começou a ser publicado em 1990, cinco anos após a sua morte.Este sétimo volume, "Rasto Cinzento", dedica-se ao período entre 1 de Janeiro e 17 de Agosto de 1969. Aqui se revela muitíssimo da vida do autor, da sua obra e pensamentos mais íntimos, mas também histórias e momentos do panorama literário e político português de finais da década de 60. Naturalmente são referidas figuras e nomes do panorama político e cultural da época, como por exemplo: Amália Rodrigues, Alexandre Pinheiro Torres, Ary dos Santos, Augusto Abelaira, Carlos de Oliveira, Fernando Lopes Graça, Fernando Namora, José Cardoso Pires, Maria Teresa Horta, Mario Cesariny, Mário Dionísio, Mário Soares, Miguel Torga, Natália Correia, Nikias Skapinakis, Óscar Lopes, Sophia, Urbano Tavares Rodrigues, entre outros.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
O diário "Dias Comuns", de José Gomes Ferreira, começou a ser publicado em 1990, cinco anos após a sua morte.Este sétimo volume, "Rasto Cinzento", dedica-se ao período entre 1 de Janeiro e 17 de Agosto de 1969. Aqui se revela muitíssimo da vida do autor, da sua obra e pensamentos mais íntimos, mas também histórias e momentos do panorama literário e político português de finais da década de 60. Naturalmente são referidas figuras e nomes do panorama político e cultural da época, como por exemplo: Amália Rodrigues, Alexandre Pinheiro Torres, Ary dos Santos, Augusto Abelaira, Carlos de Oliveira, Fernando Lopes Graça, Fernando Namora, José Cardoso Pires, Maria Teresa Horta, Mario Cesariny, Mário Dionísio, Mário Soares, Miguel Torga, Natália Correia, Nikias Skapinakis, Óscar Lopes, Sophia, Urbano Tavares Rodrigues, entre outros.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Jan 2011
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
Nº Páginas: 360
Sinopse:
Os "Diários" de Torga, publicados originalmente em edição de autor, em 16 volumes, constituem o retrato de um homem, de um escritor e de um tempo. Publicados ininterruptamente entre 1941 e 1993, dão-nos uma apaixonante visão do país e da sociedade portuguesa da época, com todas as transformações que ao longo desse tempo a marcaram.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este livro consiste numa colectânea de artigos de Daniel Sampaio publicados na revista dominical do jornal "Público". Nesses artigos Daniel Sampaio trata uma vasta variedade de temas - Os que são tratados mais vezes são relativos à escola, aos problemas das famílias, aos problemas dos jovens. Mas também trata de problema políticos e sociais. Neste conjunto, a crise actual está quase sempre presente, porque ela de facto afecta todos os aspectos da vida. Até a crise do Sporting , à qual Daniel Sampaio esteve ligado, merece um artigo. Em resumo, é uma reflexão que o autor faz com os seus muitos leitores sobre problemas que, directa ou indirectamente, a todos dizem respeito.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
Este livro consiste numa colectânea de artigos de Daniel Sampaio publicados na revista dominical do jornal "Público". Nesses artigos Daniel Sampaio trata uma vasta variedade de temas - Os que são tratados mais vezes são relativos à escola, aos problemas das famílias, aos problemas dos jovens. Mas também trata de problema políticos e sociais. Neste conjunto, a crise actual está quase sempre presente, porque ela de facto afecta todos os aspectos da vida. Até a crise do Sporting , à qual Daniel Sampaio esteve ligado, merece um artigo. Em resumo, é uma reflexão que o autor faz com os seus muitos leitores sobre problemas que, directa ou indirectamente, a todos dizem respeito.
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Edição: Ago 2021
Nº Páginas: 160
Sinopse:
2020 foi um ano estranho para todos. Nunca passámos tanto tempo em casa, nunca passámos tanto tempo sem ver aqueles que são importantes para nós. E quando a necessidade apertou, foram precisas novas, e velhas, formas de comunicação: regressou a conversa à janela, foi-se embora o abraço, chegaram os Zooms. Mas, onde ficam outras gerações nestes tempos incertos? Como faz uma avó que nunca aprendeu a mandar SMS ou um avô cujo telemóvel não tem câmara? Mais do que nunca, as gerações mais velhas têm-se visto isoladas, mas tal não devia ser, especialmente considerando a tecnologia que temos hoje a nosso dispor. E é aí que entram Alice Vieira e Nélson Mateus, Avó e Neto "adotados", uma ponte entre gerações que ensina como a alma está algures entre a vivacidade dos jovens e as memórias dos mais velhos, e que podemos criar algo de mágico ao juntar os dois.
Nº Páginas: 160
Sinopse:
2020 foi um ano estranho para todos. Nunca passámos tanto tempo em casa, nunca passámos tanto tempo sem ver aqueles que são importantes para nós. E quando a necessidade apertou, foram precisas novas, e velhas, formas de comunicação: regressou a conversa à janela, foi-se embora o abraço, chegaram os Zooms. Mas, onde ficam outras gerações nestes tempos incertos? Como faz uma avó que nunca aprendeu a mandar SMS ou um avô cujo telemóvel não tem câmara? Mais do que nunca, as gerações mais velhas têm-se visto isoladas, mas tal não devia ser, especialmente considerando a tecnologia que temos hoje a nosso dispor. E é aí que entram Alice Vieira e Nélson Mateus, Avó e Neto "adotados", uma ponte entre gerações que ensina como a alma está algures entre a vivacidade dos jovens e as memórias dos mais velhos, e que podemos criar algo de mágico ao juntar os dois.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Acusado de participação na revolta dos militares em Lourenço Marques, e já o segundo-sargento António d’Araújo seria julgado e condenado a 10 anos de prisão, em 1889, castigo a ser cumprido em Angola, para onde foi degredado e chegaria em 1892. (...) Ao longo das páginas do manuscrito fica patente (…) uma imensidão de informações relevantes para quantos queiram conhecer Angola nesse declinar do século XIX. (...) Orgulha-se a Academia Portuguesa da História por se poder associar a esta publicação, manifestando igualmente o seu profundo apreço pelo académico Adriano Parreira, graças a quem podemos passar a dispor de um texto riquíssimo para quantos desejem conhecer as vivências quotidianas de um jovem que, como tantos outros, foi atirado para uma terra desconhecida, num ambiente de esperança, mas também de medo."Prof.ª Doutora Manuela MendonçaPresidente da Academia Portuguesa da História
Nº Páginas: 240
Sinopse:
"Acusado de participação na revolta dos militares em Lourenço Marques, e já o segundo-sargento António d’Araújo seria julgado e condenado a 10 anos de prisão, em 1889, castigo a ser cumprido em Angola, para onde foi degredado e chegaria em 1892. (...) Ao longo das páginas do manuscrito fica patente (…) uma imensidão de informações relevantes para quantos queiram conhecer Angola nesse declinar do século XIX. (...) Orgulha-se a Academia Portuguesa da História por se poder associar a esta publicação, manifestando igualmente o seu profundo apreço pelo académico Adriano Parreira, graças a quem podemos passar a dispor de um texto riquíssimo para quantos desejem conhecer as vivências quotidianas de um jovem que, como tantos outros, foi atirado para uma terra desconhecida, num ambiente de esperança, mas também de medo."Prof.ª Doutora Manuela MendonçaPresidente da Academia Portuguesa da História
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Edição: Mai 2015
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Um "killer" profissional prepara-se para cumprir mais um "contrato", mas a sua missão é sucessivamente comprometida. Motivo: a entrada em cena de uma "femme fatale"… Dany Contreras, agente da polícia agora inspetor de uma companhia de seguros, ao investigar a morte de um importante cliente, vai perceber que um dardo letal disparado do Pantanal amazónico pode chegar a qualquer parte do mundo… George Washington Caucamán, um detetive oriundo da Patagónia transferido para Santiago do Chile, vai deparar-se com um enigmático cliente de uma "hotline"… Com estas três "novelas negras", Luis Sepúlveda, que milhares de leitores já elegeram como o mais "português" dos escritores latino-americanos, regressa ao género policial que já havia abordado com sucesso em "Nome de Toureiro".
Nº Páginas: 136
Sinopse:
Um "killer" profissional prepara-se para cumprir mais um "contrato", mas a sua missão é sucessivamente comprometida. Motivo: a entrada em cena de uma "femme fatale"… Dany Contreras, agente da polícia agora inspetor de uma companhia de seguros, ao investigar a morte de um importante cliente, vai perceber que um dardo letal disparado do Pantanal amazónico pode chegar a qualquer parte do mundo… George Washington Caucamán, um detetive oriundo da Patagónia transferido para Santiago do Chile, vai deparar-se com um enigmático cliente de uma "hotline"… Com estas três "novelas negras", Luis Sepúlveda, que milhares de leitores já elegeram como o mais "português" dos escritores latino-americanos, regressa ao género policial que já havia abordado com sucesso em "Nome de Toureiro".
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Edição: Jul 2011
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um livro actualíssimo: hoje há mais divórcios do que casamentos. Já tudo nos foi explicado sobre o casamento. Era preciso que alguém nos mostrasse o divórcio: por dentro.• Um livro de ficção? Sim. Mas uma ficção realista que, com ironia, nos faz um retrato vivo de uma sociedade onde:a) A mulher tem ainda uma forte dependência do universo masculino;b) É evidente a incapacidade de organização doméstica do homem só;c) Não se podem esconder as agruras da sobrevivência económica em tempo de crise;d) Emerge um novo paradigma em que desponta a independência afectiva e financeira da mulher.• Divertido, leve e actual, ideal para ler na praia, o livro mostra aos leitores como funcionam as fantasias e os medos que povoam a cabeça de um homem divorciado.
Nº Páginas: 216
Sinopse:
Um livro actualíssimo: hoje há mais divórcios do que casamentos. Já tudo nos foi explicado sobre o casamento. Era preciso que alguém nos mostrasse o divórcio: por dentro.• Um livro de ficção? Sim. Mas uma ficção realista que, com ironia, nos faz um retrato vivo de uma sociedade onde:a) A mulher tem ainda uma forte dependência do universo masculino;b) É evidente a incapacidade de organização doméstica do homem só;c) Não se podem esconder as agruras da sobrevivência económica em tempo de crise;d) Emerge um novo paradigma em que desponta a independência afectiva e financeira da mulher.• Divertido, leve e actual, ideal para ler na praia, o livro mostra aos leitores como funcionam as fantasias e os medos que povoam a cabeça de um homem divorciado.
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