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Edição: Abr 2000
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Quando Joanne Harris idealizou a pequena aldeia de Lansquenet-sur-Tannes e nela criou o cenário para o seu romance "Chocolate", não imaginava decerto o sucesso que este viria a ter. Só em Portugal o livro vendeu mais de vinte e cinco mil exemplares e agora que estreou o filme de Lasse Hallström, nomeado para três Oscars da Academia, o romance veio a ganhar um novo fôlego. Vianne é uma mãe solteira que chega à pequena aldeia, com a sua filha, e ali abre uma chocolataria. Os capítulos alternados, ora com a voz de Vianne, ora com a do padre Reynaud (ao contrário do filme, no livro é este que quer fechar esta loja das tentações), criam uma grande tensão dramática. " "Todos nós somos divididos interiormente" diz Joanne. " O Padre Reynaud é uma espécie de anoréctico. Recusa-se a comer e tortura-se a si próprio ficando horas em frente à montra do talho. É repressivo, a sua severidade para com os outros baseia-se no facto de se odiar profundamente." (citada pela revista (livros), nº 19) É contra este pensamento que "Chocolate" se insurge, defendendo os pequenos prazeres da vida, neste caso os gastronómicos, e o direito à diferença, numa pequena aldeia, fechada ao que vem de fora, (também os ciganos, que ali aparecem, com as suas músicas e outro tipo de vida, são votados ao ostracismo), e que, de certa forma, põe em causa o poder instalado.
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Quando Joanne Harris idealizou a pequena aldeia de Lansquenet-sur-Tannes e nela criou o cenário para o seu romance "Chocolate", não imaginava decerto o sucesso que este viria a ter. Só em Portugal o livro vendeu mais de vinte e cinco mil exemplares e agora que estreou o filme de Lasse Hallström, nomeado para três Oscars da Academia, o romance veio a ganhar um novo fôlego. Vianne é uma mãe solteira que chega à pequena aldeia, com a sua filha, e ali abre uma chocolataria. Os capítulos alternados, ora com a voz de Vianne, ora com a do padre Reynaud (ao contrário do filme, no livro é este que quer fechar esta loja das tentações), criam uma grande tensão dramática. " "Todos nós somos divididos interiormente" diz Joanne. " O Padre Reynaud é uma espécie de anoréctico. Recusa-se a comer e tortura-se a si próprio ficando horas em frente à montra do talho. É repressivo, a sua severidade para com os outros baseia-se no facto de se odiar profundamente." (citada pela revista (livros), nº 19) É contra este pensamento que "Chocolate" se insurge, defendendo os pequenos prazeres da vida, neste caso os gastronómicos, e o direito à diferença, numa pequena aldeia, fechada ao que vem de fora, (também os ciganos, que ali aparecem, com as suas músicas e outro tipo de vida, são votados ao ostracismo), e que, de certa forma, põe em causa o poder instalado.
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Edição: Nov 2019
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Esta é a história da central nuclear de Chernobyl desde a sua construção à sua desativação. Em 26 de abril de 1986, às 13:23, um reator da Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia soviética, explodiu. Enquanto as autoridades tentavam entender o que havia acontecido, trabalhadores, engenheiros, bombeiros e aqueles que viviam na área foram abandonados ao seu destino. A explosão colocou o mundo à beira da aniquilação nuclear, contaminando mais da metade da Europa com a precipitação radioativa.
Nº Páginas: 376
Sinopse:
Esta é a história da central nuclear de Chernobyl desde a sua construção à sua desativação. Em 26 de abril de 1986, às 13:23, um reator da Usina Nuclear de Chernobyl, na Ucrânia soviética, explodiu. Enquanto as autoridades tentavam entender o que havia acontecido, trabalhadores, engenheiros, bombeiros e aqueles que viviam na área foram abandonados ao seu destino. A explosão colocou o mundo à beira da aniquilação nuclear, contaminando mais da metade da Europa com a precipitação radioativa.
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Edição: Out 2016
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Entre a ficção e a autobiografia, Cheio de Vida é contado na primeira pessoa por uma personagem chamada John Fante. É um livro cheio de vida: uma mistura de comédia e drama povoado por personagens fortíssimos, como Nick Fante, o pai, teimoso e terno, dedicado à família e ao seu ofício. E é ainda uma história forte e comovente sobre laços familiares que contribui de forma notável para a herança literária multiétnica dos Estados Unidos.
Nº Páginas: 168
Sinopse:
Entre a ficção e a autobiografia, Cheio de Vida é contado na primeira pessoa por uma personagem chamada John Fante. É um livro cheio de vida: uma mistura de comédia e drama povoado por personagens fortíssimos, como Nick Fante, o pai, teimoso e terno, dedicado à família e ao seu ofício. E é ainda uma história forte e comovente sobre laços familiares que contribui de forma notável para a herança literária multiétnica dos Estados Unidos.
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Edição: Out 2017
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Chegada a Hora é o penúltimo livro das Crónicas dos Clifton e, à semelhança dos anteriores, todos eles nº 1 do top britânico, mostra o extraordinário talento de Jeffrey Archer como contador de histórias. O bilhete de suicídio com que abre este livro tem consequências arrasadoras para Harry e Emma Clifton, assim como para Giles Barrington e Lady Virginia. Giles tem de decidir se vai desistir da política para tentar salvar Karin, a mulher que ama, do outro lado da Cortina de Ferro. Mas será que Karin o ama de facto ou será uma espia? Lady Virginia está arruinada e só encontra uma solução para os seus problemas financeiros quando conhece Cyrus T. Grant III, um americano que está em Inglaterra para ver o seu cavalo correr no Royal Ascot. Sebastian Clifton é agora CEO do Farthings Bank, uma posição que absorve todo o seu tempo e energia. Até conhecer Priya, uma bela jovem Indiana que já tem noivo escolhido pelos pais. Harry Clifton continua decidido a tirar Anatoly Babakov de um gulag na Sibéria, mas eis que acontece algo inesperado, que nenhum dos dois poderia ter previsto.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Chegada a Hora é o penúltimo livro das Crónicas dos Clifton e, à semelhança dos anteriores, todos eles nº 1 do top britânico, mostra o extraordinário talento de Jeffrey Archer como contador de histórias. O bilhete de suicídio com que abre este livro tem consequências arrasadoras para Harry e Emma Clifton, assim como para Giles Barrington e Lady Virginia. Giles tem de decidir se vai desistir da política para tentar salvar Karin, a mulher que ama, do outro lado da Cortina de Ferro. Mas será que Karin o ama de facto ou será uma espia? Lady Virginia está arruinada e só encontra uma solução para os seus problemas financeiros quando conhece Cyrus T. Grant III, um americano que está em Inglaterra para ver o seu cavalo correr no Royal Ascot. Sebastian Clifton é agora CEO do Farthings Bank, uma posição que absorve todo o seu tempo e energia. Até conhecer Priya, uma bela jovem Indiana que já tem noivo escolhido pelos pais. Harry Clifton continua decidido a tirar Anatoly Babakov de um gulag na Sibéria, mas eis que acontece algo inesperado, que nenhum dos dois poderia ter previsto.
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Edição: Jun 2016
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Chega de Saudade: a história e as histórias da Bossa Nova reconstitui a vida boémia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - discoteca a discoteca, história a história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e sociedade, Ruy Castro ouviu dezenas de protagonistas: compositores, cantores, instrumentistas, bem como os seus amigos e inimigos. Uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, episódios cómicos e trágicos — protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e toda uma legião de jovens que eles seduziram com o seu charme e as suas canções.
Nº Páginas: 464
Sinopse:
Chega de Saudade: a história e as histórias da Bossa Nova reconstitui a vida boémia e cultural carioca dos tempos da Bossa Nova - discoteca a discoteca, história a história. Para compor esse fascinante mosaico envolvendo música e sociedade, Ruy Castro ouviu dezenas de protagonistas: compositores, cantores, instrumentistas, bem como os seus amigos e inimigos. Uma narrativa que se lê como um romance, cheia de paixões e traições, amores e desamores, episódios cómicos e trágicos — protagonizados por João Gilberto, Tom Jobim, Vinicius de Moraes, Newton Mendonça, Nara Leão, Carlinhos Lyra, Ronaldo Bôscoli, Maysa, Johnny Alf, SylvinhaTelles, Elis Regina e toda uma legião de jovens que eles seduziram com o seu charme e as suas canções.
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Edição: Set 2018
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma nova voz fresca e provocadora na narrativa portuguesa que destrói algumas mentiras que nos andam a contar sobre o amor e a capacidade de amar num mundo em que tudo é frágil e efémero. Esquece tudo o que te têm dito sobre o Amor. Eles não sabem o que dizem. Devo gostar de mim, sim, mas antes e mais do que tudo? Não. Se eu não gostar de mim ninguém gostará? Treta. As mulheres são espectaculares, mas nunca vamos perceber como funcionam? Disparate. O Amor requer coragem e um grande coração? Sim. Mas já sabemos que não há almoços grátis. Francisco Sexto Sentido vai guiar-te na viagem mais importante da tua vida: o Amor. Preparado? ""É verdade, amo-te mais do que a mim mesmo. Não sei muito bem qual é a utilidade de vir ao mundo para me amar a mim em primeiro lugar. Sinceramente, acho que é uma actividade bastante desinteressante. Já me conheço. Estou aqui neste corpo e nesta cabeça desde que nasci.""
Nº Páginas: 200
Sinopse:
Uma nova voz fresca e provocadora na narrativa portuguesa que destrói algumas mentiras que nos andam a contar sobre o amor e a capacidade de amar num mundo em que tudo é frágil e efémero. Esquece tudo o que te têm dito sobre o Amor. Eles não sabem o que dizem. Devo gostar de mim, sim, mas antes e mais do que tudo? Não. Se eu não gostar de mim ninguém gostará? Treta. As mulheres são espectaculares, mas nunca vamos perceber como funcionam? Disparate. O Amor requer coragem e um grande coração? Sim. Mas já sabemos que não há almoços grátis. Francisco Sexto Sentido vai guiar-te na viagem mais importante da tua vida: o Amor. Preparado? ""É verdade, amo-te mais do que a mim mesmo. Não sei muito bem qual é a utilidade de vir ao mundo para me amar a mim em primeiro lugar. Sinceramente, acho que é uma actividade bastante desinteressante. Já me conheço. Estou aqui neste corpo e nesta cabeça desde que nasci.""
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Edição: Fev 2016
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Os Açores com todo o seu mistério e isolamento. A busca de uma identidade pessoal num dos territórios mais perigosos e livres, onde não existe distinção entre realidade e ficção. Um homem volta à sua terra para cumprir uma missão que lhe foi atribuída por um avô que morreu: a de recolher histórias recentes dessa terra, a ilha de São Miguel, nos Açores. Esta é a narrativa de um regresso aos lugares onde cresceu e um duplo diálogo: com o antepassado que lhe deixou uma herança inesperada e com o presente insular impuro, algures entre o sagrado e o profano. Um livro de histórias que se cruzam. As histórias do avô, internado na estância do Caramulo, durante os anos 40 do século passado, e as das personagens com as quais o protagonista se vai encontrando: um navegador francês em apuros, um traficante de droga ressentido, uma stripper ruiva com anúncio no jornal, um homem que voltou para vingar uma recusa antiga, um fã de Kafka que descobriu que o escritor tinha o sonho de viver nos Açores, um casal chinês que procura a integração num arquipélago estrangeiro, alguém que caminha de madrugada com um terço na mão. Céu Nublado com Boas Abertas é também a busca de uma identidade pessoal num dos territórios mais perigosos e livres, onde não existe distinção entre realidade e ficção: a literatura.
Nº Páginas: 256
Sinopse:
Os Açores com todo o seu mistério e isolamento. A busca de uma identidade pessoal num dos territórios mais perigosos e livres, onde não existe distinção entre realidade e ficção. Um homem volta à sua terra para cumprir uma missão que lhe foi atribuída por um avô que morreu: a de recolher histórias recentes dessa terra, a ilha de São Miguel, nos Açores. Esta é a narrativa de um regresso aos lugares onde cresceu e um duplo diálogo: com o antepassado que lhe deixou uma herança inesperada e com o presente insular impuro, algures entre o sagrado e o profano. Um livro de histórias que se cruzam. As histórias do avô, internado na estância do Caramulo, durante os anos 40 do século passado, e as das personagens com as quais o protagonista se vai encontrando: um navegador francês em apuros, um traficante de droga ressentido, uma stripper ruiva com anúncio no jornal, um homem que voltou para vingar uma recusa antiga, um fã de Kafka que descobriu que o escritor tinha o sonho de viver nos Açores, um casal chinês que procura a integração num arquipélago estrangeiro, alguém que caminha de madrugada com um terço na mão. Céu Nublado com Boas Abertas é também a busca de uma identidade pessoal num dos territórios mais perigosos e livres, onde não existe distinção entre realidade e ficção: a literatura.
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Edição: Jul 2020
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"(…) poucas palavras descrevem tão bem o João Quadros como um gajo que chateia (…) O João só bate em quem tem corpo para apanhar. Um dos males do nosso tempo é o regresso da infeliz mania de só dar porrada nos mais fracos. O João faz o contrário. E se ocasionalmente dá a sua traulitada no bom povo português, é com o carinho irritado de quem vê um puto a fazer asneiras, tipo conduzir em coma alcoólico ou andar a fazer equilibrismo num parapeito. Há um desassombro e uma lucidez no seu humor que por vezes doem." - Rui Zink, in Prefácio
Nº Páginas: 352
Sinopse:
"(…) poucas palavras descrevem tão bem o João Quadros como um gajo que chateia (…) O João só bate em quem tem corpo para apanhar. Um dos males do nosso tempo é o regresso da infeliz mania de só dar porrada nos mais fracos. O João faz o contrário. E se ocasionalmente dá a sua traulitada no bom povo português, é com o carinho irritado de quem vê um puto a fazer asneiras, tipo conduzir em coma alcoólico ou andar a fazer equilibrismo num parapeito. Há um desassombro e uma lucidez no seu humor que por vezes doem." - Rui Zink, in Prefácio
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Edição: Mar 2013
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Coisas estranhas estão a acontecer em Tel Ilan, uma surreal e inquietante aldeia imaginária em Israel. Cenas da Vida de Aldeia é o retrato desta comunidade, que toma forma através de sete histórias, nas quais um grupo de personagens aparece repetidamente. Cada habitante anda à procura de algo, porém, nada neste mundo quase onírico é certo, nada é definido. Um velho resmunga com a sua filha sobre a inexplicável escavação que ouve por baixo da casa durante a noite. Um desconhecido bate à porta de um homem para persuadi-lo a livrar-se da sua velha mãe, a fim de vender a casa. Um homem vai ter com os vizinhos para o habitual serão musical, mas é irresistivelmente atraído para o centro trágico da habitação. Este livro é concluído com uma oitava história, chocante e estranha, de um outro lugar e de um tempo distante. Escrito numa linguagem simples e poética, Cenas da Vida de Aldeia é um poderoso e hipnótico romance-em-histórias do inimitável Amos Oz: um olhar perturbante do que se passa sob a superfície da existência quotidiana.
Nº Páginas: 208
Sinopse:
Coisas estranhas estão a acontecer em Tel Ilan, uma surreal e inquietante aldeia imaginária em Israel. Cenas da Vida de Aldeia é o retrato desta comunidade, que toma forma através de sete histórias, nas quais um grupo de personagens aparece repetidamente. Cada habitante anda à procura de algo, porém, nada neste mundo quase onírico é certo, nada é definido. Um velho resmunga com a sua filha sobre a inexplicável escavação que ouve por baixo da casa durante a noite. Um desconhecido bate à porta de um homem para persuadi-lo a livrar-se da sua velha mãe, a fim de vender a casa. Um homem vai ter com os vizinhos para o habitual serão musical, mas é irresistivelmente atraído para o centro trágico da habitação. Este livro é concluído com uma oitava história, chocante e estranha, de um outro lugar e de um tempo distante. Escrito numa linguagem simples e poética, Cenas da Vida de Aldeia é um poderoso e hipnótico romance-em-histórias do inimitável Amos Oz: um olhar perturbante do que se passa sob a superfície da existência quotidiana.
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Edição: Abr 2011
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os portugueses gastam demasiado tempo em coisas que não interessam para nada enquanto fogem dos problemas que importa resolver depressa. Estamos cheios de manias, tiques e hábitos que, além de parvos, prejudicam o próximo. Qualquer povo é assim, podemos pensar. E pensamos mesmo, porque chutar para o lado é uma característica nossa. Tal como estacionar o carro em cima da passadeira, chegar constantemente atrasado aos compromissos ou transformar o simples pedido de um café numa manifestação de poder sobre o empregado de balcão. Fruto do olhar corrosivo de Pedro Boucherie Mendes, que regista desde há anos as manias dos seus compatriotas, Cemitério dos Prazeres é um livro onde qualquer português poderá encontrar alguns dos traços mais dispensáveis da sua personalidade. Um retrato acutilante e divertido do nosso povo que, a brincar, a brincar, irá despertar as consciências mais abertas à mudança
Nº Páginas: 184
Sinopse:
Os portugueses gastam demasiado tempo em coisas que não interessam para nada enquanto fogem dos problemas que importa resolver depressa. Estamos cheios de manias, tiques e hábitos que, além de parvos, prejudicam o próximo. Qualquer povo é assim, podemos pensar. E pensamos mesmo, porque chutar para o lado é uma característica nossa. Tal como estacionar o carro em cima da passadeira, chegar constantemente atrasado aos compromissos ou transformar o simples pedido de um café numa manifestação de poder sobre o empregado de balcão. Fruto do olhar corrosivo de Pedro Boucherie Mendes, que regista desde há anos as manias dos seus compatriotas, Cemitério dos Prazeres é um livro onde qualquer português poderá encontrar alguns dos traços mais dispensáveis da sua personalidade. Um retrato acutilante e divertido do nosso povo que, a brincar, a brincar, irá despertar as consciências mais abertas à mudança
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Edição: Out 2009
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Cemitério de Pianos" é o quarto romance de José Luís Peixoto. Os narradores, pai e filho, desvendam a história da família, que vive em Lisboa, e falam da morte: a morte como destino irremediável, ciclo ininterrupto, renovação e elo entre gerações.
Nº Páginas: 288
Sinopse:
"Cemitério de Pianos" é o quarto romance de José Luís Peixoto. Os narradores, pai e filho, desvendam a história da família, que vive em Lisboa, e falam da morte: a morte como destino irremediável, ciclo ininterrupto, renovação e elo entre gerações.
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Edição: Fev 2022
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Uma quinta no Marão e a escola igual para todos. Os verões nas praias da Granja e de Lagos. "Melville" e a pesca da lula "ao candeio". Uma casa diferente e alternativa. Marcelo e as lutas estudantis. O pai e o 25 de Abril. A PIDE e as loucuras do PREC. O trabalho no Estado. A liberdade nos jornais e o fascinante mundo da televisão. Soares, Guterres e Sócrates. As paixões pelo jornalismo e pela literatura. As promessas de vida cumpridas e as juras por cumprir... "Pode um homem viver impunemente começando a sua infância numa aldeia do Marão, comendo cebola crua com sal todas as merendas? Daí saltar para o mundo cinzento e as manhãs submersas da vida salazarenta da Lisboa dos anos sessenta? Acordar na manhã luminosa do 25 de Abril e descobrir que, afinal, éramos todos antifascistas e revolucionários e, logo depois, ir ao encontro do mundo e descobrir-se a si mesmo como uma testemunha privilegiada de tempos incríveis que, não os narrando, teria sepultado para sempre na cinza dos dias inúteis? Declaro que vi. E, por isso, conto. Antes que a água tudo lave e apague."
Nº Páginas: 296
Sinopse:
Uma quinta no Marão e a escola igual para todos. Os verões nas praias da Granja e de Lagos. "Melville" e a pesca da lula "ao candeio". Uma casa diferente e alternativa. Marcelo e as lutas estudantis. O pai e o 25 de Abril. A PIDE e as loucuras do PREC. O trabalho no Estado. A liberdade nos jornais e o fascinante mundo da televisão. Soares, Guterres e Sócrates. As paixões pelo jornalismo e pela literatura. As promessas de vida cumpridas e as juras por cumprir... "Pode um homem viver impunemente começando a sua infância numa aldeia do Marão, comendo cebola crua com sal todas as merendas? Daí saltar para o mundo cinzento e as manhãs submersas da vida salazarenta da Lisboa dos anos sessenta? Acordar na manhã luminosa do 25 de Abril e descobrir que, afinal, éramos todos antifascistas e revolucionários e, logo depois, ir ao encontro do mundo e descobrir-se a si mesmo como uma testemunha privilegiada de tempos incríveis que, não os narrando, teria sepultado para sempre na cinza dos dias inúteis? Declaro que vi. E, por isso, conto. Antes que a água tudo lave e apague."
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Edição: Jun 2010
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O romance de Michael Chabon "A Liga da Chave Dourada: As Espantosas Aventuras de Kavalier & Clay" - vencedor do Prémio Pulitzer - nasceu de uma paixão antiga do autor pelos heróis destemidos e dos clássicos da banda desenhada. Agora, regressando à mina desse rico passado, Chabon convoca o espírito jovial das aventuras lendárias - desde "As Mil e Uma Noites" até Alexandre Dumas ou os livros das "crónicas da Espada", de Fritz Leiber, com as histórias de Fafhrd eo Rateiro Cinzento - traz-nos um pequeno romance encantador cheio de acção, intenso suspense e uma colecção de curiosas personagens dignas dos contos mais arrebatadores de Xerazade. As duas personagens principais formam um estranho par: Zelikman, pálido, espigado, vestido de negro e temperamental, um médico itinerante amigo de chapéus invulgares, e Amram, um machado de guerra afiado. Irmãos de sangue, companheiros de armas, fazem a sua jornada sem rumo pelos montes do Cáucaso por volta de 950 a.C., vivendo como gostam e sobrevivendo como podem - como soldados ou ladrões contratados, e como vigaristas experientes, libertando alegremente os ingénuos do seu dinheiro. Mas ninguém os tinha preparado para o serviço como guarda-costas e defensores de um príncipe do Império Khazar. Estarão estes Cavalheiros da Estrada prontos para serem generais numa revolução de grande escala? A única certeza é que a viagem - ao longo de um caminho povoado de soldados e prostitutas, imperadores maléficos e elefantes extraordinários, segredos, duelos de espada, e todas as peripécias que fazem uma grande aventura - só por si será uma grande façanha.
Nº Páginas: 176
Sinopse:
O romance de Michael Chabon "A Liga da Chave Dourada: As Espantosas Aventuras de Kavalier & Clay" - vencedor do Prémio Pulitzer - nasceu de uma paixão antiga do autor pelos heróis destemidos e dos clássicos da banda desenhada. Agora, regressando à mina desse rico passado, Chabon convoca o espírito jovial das aventuras lendárias - desde "As Mil e Uma Noites" até Alexandre Dumas ou os livros das "crónicas da Espada", de Fritz Leiber, com as histórias de Fafhrd eo Rateiro Cinzento - traz-nos um pequeno romance encantador cheio de acção, intenso suspense e uma colecção de curiosas personagens dignas dos contos mais arrebatadores de Xerazade. As duas personagens principais formam um estranho par: Zelikman, pálido, espigado, vestido de negro e temperamental, um médico itinerante amigo de chapéus invulgares, e Amram, um machado de guerra afiado. Irmãos de sangue, companheiros de armas, fazem a sua jornada sem rumo pelos montes do Cáucaso por volta de 950 a.C., vivendo como gostam e sobrevivendo como podem - como soldados ou ladrões contratados, e como vigaristas experientes, libertando alegremente os ingénuos do seu dinheiro. Mas ninguém os tinha preparado para o serviço como guarda-costas e defensores de um príncipe do Império Khazar. Estarão estes Cavalheiros da Estrada prontos para serem generais numa revolução de grande escala? A única certeza é que a viagem - ao longo de um caminho povoado de soldados e prostitutas, imperadores maléficos e elefantes extraordinários, segredos, duelos de espada, e todas as peripécias que fazem uma grande aventura - só por si será uma grande façanha.
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Edição: Out 2019
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Uma história de amor e luxúria. Um livro sobre relações, confiança e questões profundas de sofrimento. Entre Theo e Izzy haverá muito drama, tensão, aventura e intrigas. Theo Kane é um homem misterioso e perigoso, com um passado sombrio. Izzy também tem traumas do passado e quando se conhecem vão ter consequências inesperadas. Um novo romance na linha da Jodi Ellen Malpas: heróis intensos e dominadores e heroínas decididas que os levam aos limites.
Nº Páginas: 448
Sinopse:
Uma história de amor e luxúria. Um livro sobre relações, confiança e questões profundas de sofrimento. Entre Theo e Izzy haverá muito drama, tensão, aventura e intrigas. Theo Kane é um homem misterioso e perigoso, com um passado sombrio. Izzy também tem traumas do passado e quando se conhecem vão ter consequências inesperadas. Um novo romance na linha da Jodi Ellen Malpas: heróis intensos e dominadores e heroínas decididas que os levam aos limites.
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Edição: Fev 2015
Nº Páginas: 384
Sinopse:
De Lisboa ao Alentejo, de Roma e Milão a Veneza, de São Paulo ao Rio de Janeiro, de Pula a Luanda, de uma onírica ilha de Madagáscar a um imaginário Comboio Fantasma, da Aldeia Aérea a uma viagem ao Centro da Terra, as figuras já conhecidas dos leitores de "A Paixão", de "Cortes" e "Lusitânia" vagueiam, viajam, divagam em secretas demandas entre delírio e lucidez, entre ilusões e desejos, desilusões e novos desejos, nas incertezas e nos riscos de mil novecentos e setenta e cinco, durante apenas dois meses mas dois meses decisivos, divididos entre a esperança e o perigo. Esta nova edição inclui uma carta escrita por João Carlos a Marta, dez anos depois, e um novíssimo e-mail de Marta a João Carlos, com data de 1 de janeiro de 2015.
Nº Páginas: 384
Sinopse:
De Lisboa ao Alentejo, de Roma e Milão a Veneza, de São Paulo ao Rio de Janeiro, de Pula a Luanda, de uma onírica ilha de Madagáscar a um imaginário Comboio Fantasma, da Aldeia Aérea a uma viagem ao Centro da Terra, as figuras já conhecidas dos leitores de "A Paixão", de "Cortes" e "Lusitânia" vagueiam, viajam, divagam em secretas demandas entre delírio e lucidez, entre ilusões e desejos, desilusões e novos desejos, nas incertezas e nos riscos de mil novecentos e setenta e cinco, durante apenas dois meses mas dois meses decisivos, divididos entre a esperança e o perigo. Esta nova edição inclui uma carta escrita por João Carlos a Marta, dez anos depois, e um novíssimo e-mail de Marta a João Carlos, com data de 1 de janeiro de 2015.
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Edição: Jun 2011
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Passado em Itália durante a II Guerra Mundial, conta a história de um comandante de bombardeiros, um herói incomparável e matreiro, que está furioso porque milhares de pessoas que não conhece de lado nenhum querem matá-lo. Mas o seu verdadeiro problema não é o inimigo - é o seu próprio exército, que está sempre a aumentar o número de missões de voo que os homens têm de cumprir para completarem a sua comissão de serviço. Porém, se tenta arranjar uma desculpa para ser dispensado das perigosas missões que lhe são atribuídas, viola a Catch-22, o Artigo 22, uma norma burocrática hilariante mas ao mesmo tempo sinistra: um homem é dado como doido se continuar a participar voluntariamente em perigosos voos de combate, mas se apresentar um pedido formal de dispensa é declarado mentalmente são e como tal é-lhe negada a dispensa. Com o recurso à sátira, ao humor negro, e aparentando uma lógica irrefutável, o livro argumenta que a guerra é uma loucura, que os militares são loucos e, muito provavelmente, que a vida moderna é também uma loucura.
Nº Páginas: 544
Sinopse:
Passado em Itália durante a II Guerra Mundial, conta a história de um comandante de bombardeiros, um herói incomparável e matreiro, que está furioso porque milhares de pessoas que não conhece de lado nenhum querem matá-lo. Mas o seu verdadeiro problema não é o inimigo - é o seu próprio exército, que está sempre a aumentar o número de missões de voo que os homens têm de cumprir para completarem a sua comissão de serviço. Porém, se tenta arranjar uma desculpa para ser dispensado das perigosas missões que lhe são atribuídas, viola a Catch-22, o Artigo 22, uma norma burocrática hilariante mas ao mesmo tempo sinistra: um homem é dado como doido se continuar a participar voluntariamente em perigosos voos de combate, mas se apresentar um pedido formal de dispensa é declarado mentalmente são e como tal é-lhe negada a dispensa. Com o recurso à sátira, ao humor negro, e aparentando uma lógica irrefutável, o livro argumenta que a guerra é uma loucura, que os militares são loucos e, muito provavelmente, que a vida moderna é também uma loucura.
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Edição: Mai 2016
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. Entusiasmada pelo casamento com Charles de Inglaterra, rapidamente deu lugar ao sofrimento, às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro.
Nº Páginas: 640
Sinopse:
Com 23 anos a infanta Catarina de Bragança, filha de D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, deixou para trás tudo o que lhe era querido e próximo para navegar rumo a uma vida nova. Entusiasmada pelo casamento com Charles de Inglaterra, rapidamente deu lugar ao sofrimento, às infidelidades do marido, ao nascimento dos seus filhos bastardos enquanto o seu ventre permanecia liso e seco, incapaz de gerar o tão desejado herdeiro.
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Edição: Jan 2017
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI. A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Filha mais nova de Joana de Castela e de Filipe, o Belo, Catarina era o fruto de uma união dinástica que reuniu a Casa Real de Espanha com as dinastias borgonhesa e de Habsburgo. Mulher culta e inteligente, teve um casamento feliz com D. João III e governou Portugal como rainha consorte e como regente por mais de cinquenta anos. Catarina de Áustria era uma estadista dotada, uma filantropa e uma grande colecionadora de arte. A sua coleção de arte asiática incluía mais objetos não europeus do que qualquer outra coleção contemporânea anterior ao século XVI. A ela se deve também a conclusão da atual capela-mor do Mosteiro dos Jerónimos. Tal como era esperado de uma rainha consorte, deu à luz um herdeiro da Coroa e vários príncipes reais. Contudo, os seus nove filhos não lhe sobreviveram.
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Edição: Jan 2018
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Catarina de Aragão nasce Catarina, infanta da Espanha, filha mais nova dos Reis Católicos. Aos três anos foi prometida ao príncipe Artur, filho e herdeiro de Henrique VII de Inglaterra, e é educada para se tornar princesa de Gales. Sabe que o seu destino é reinar sobre aquela terra distante, húmida e fria. A sua fé é posta à prova quando o futuro sogro a recebe no novo país afrontando-a; Artur parece ser pouco mais do que uma criança; a comida não é boa e os costumes são vulgares. Lentamente, adapta-se à corte Tudor, e a vida como mulher de Artur torna-se suportável. De forma inesperada, neste casamento combinado nasce um amor terno e apaixonado. Mas, quando Artur morre, Catarina tem de lutar pelo futuro: como pode ser rainha da Inglaterra e fundar uma dinastia? Só casando como irmão mais novo de Artur, o alegre, mas mimado Henrique. O pai e a avó de Henrique são contra e os poderosos pais de Catarina revelam-se de pouca utilidade. No entanto, Catarina possui um espírito lutador é indomável e fará tudo para alcançar o seu objectivo; mesmo que tal implique contar a maior das mentiras e mantê-la.
Nº Páginas: 432
Sinopse:
Catarina de Aragão nasce Catarina, infanta da Espanha, filha mais nova dos Reis Católicos. Aos três anos foi prometida ao príncipe Artur, filho e herdeiro de Henrique VII de Inglaterra, e é educada para se tornar princesa de Gales. Sabe que o seu destino é reinar sobre aquela terra distante, húmida e fria. A sua fé é posta à prova quando o futuro sogro a recebe no novo país afrontando-a; Artur parece ser pouco mais do que uma criança; a comida não é boa e os costumes são vulgares. Lentamente, adapta-se à corte Tudor, e a vida como mulher de Artur torna-se suportável. De forma inesperada, neste casamento combinado nasce um amor terno e apaixonado. Mas, quando Artur morre, Catarina tem de lutar pelo futuro: como pode ser rainha da Inglaterra e fundar uma dinastia? Só casando como irmão mais novo de Artur, o alegre, mas mimado Henrique. O pai e a avó de Henrique são contra e os poderosos pais de Catarina revelam-se de pouca utilidade. No entanto, Catarina possui um espírito lutador é indomável e fará tudo para alcançar o seu objectivo; mesmo que tal implique contar a maior das mentiras e mantê-la.
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Fernando Pessoa exilado interessa-se pelo candomblé. Descendentes de um marinheiro de Vasco da Gama, em Malindi, no Quénia, cantam a História para melhor a preservarem. Numa praia de Pernambuco, um pescador sonha uma baleia e lança-a ao mar. O filho de um oficial de Nicolau II, o último czar da Rússia, atravessa o Sul de Angola carregando uma velha máquina de projetar. Viaja de bicicleta, com o seu ajudante, o jovem James Dean, entre o Lubango e a Humpata, entre a Huila e a Chibia. Leva um lençol branco, prende-o à parede de uma cubata, prepara o projetor e passa o filme; James Dean pedala a sessão inteira para produzir a eletricidade. São sombras à deriva. Homens que caem em direção à luz.
Nº Páginas: 152
Sinopse:
Plano Nacional de Leitura Livro recomendado para o Ensino Secundário como sugestão de leitura. Fernando Pessoa exilado interessa-se pelo candomblé. Descendentes de um marinheiro de Vasco da Gama, em Malindi, no Quénia, cantam a História para melhor a preservarem. Numa praia de Pernambuco, um pescador sonha uma baleia e lança-a ao mar. O filho de um oficial de Nicolau II, o último czar da Rússia, atravessa o Sul de Angola carregando uma velha máquina de projetar. Viaja de bicicleta, com o seu ajudante, o jovem James Dean, entre o Lubango e a Humpata, entre a Huila e a Chibia. Leva um lençol branco, prende-o à parede de uma cubata, prepara o projetor e passa o filme; James Dean pedala a sessão inteira para produzir a eletricidade. São sombras à deriva. Homens que caem em direção à luz.
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Edição: Nov 2021
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Isabel Wilkerson, jornalista vencedora de Pulitzer, redefine a compreensão das estruturas sociais em que nos inserimos, preferindo o uso do termo castismo ao habitual racismo. Nesta obra, a autora associa aqueles que considera os três principais sistemas de castas, o do Estados Unidos, o da Índia e o da Alemanha nazi, às respetivas influências culturais, políticas e legais, remontando a pesquisa ao tráfico negreiro e até à diáspora lusitana, da qual, à chegada à Índia, resultou o aparecimento da palavra portuguesa casta, para raça, linhagem. Com uma impressionante lista de referências a notícias, estudos, documentos, declarações, decisões administrativas e judiciais de vários países e épocas, Wilkerson estabelece um perturbador elo entre os castismos mundiais através de oito pilares estritamente delimitados. A colonização dos Estados Unidos pelos povos europeus e o que dela resultou para os protocolos de casta e para os contornos políticos atuais em todo o mundo, é revista pela autora num intenso e perturbador desfile de histórias individualizadas de escravatura e insensibilidade, apresentadas com vívido e estonteante detalhe. Ninguém, onde quer que viva ou que cor tenha na pele, pode dar-se ao luxo de desconhecer uma história do mundo contada assim.
Nº Páginas: 496
Sinopse:
Isabel Wilkerson, jornalista vencedora de Pulitzer, redefine a compreensão das estruturas sociais em que nos inserimos, preferindo o uso do termo castismo ao habitual racismo. Nesta obra, a autora associa aqueles que considera os três principais sistemas de castas, o do Estados Unidos, o da Índia e o da Alemanha nazi, às respetivas influências culturais, políticas e legais, remontando a pesquisa ao tráfico negreiro e até à diáspora lusitana, da qual, à chegada à Índia, resultou o aparecimento da palavra portuguesa casta, para raça, linhagem. Com uma impressionante lista de referências a notícias, estudos, documentos, declarações, decisões administrativas e judiciais de vários países e épocas, Wilkerson estabelece um perturbador elo entre os castismos mundiais através de oito pilares estritamente delimitados. A colonização dos Estados Unidos pelos povos europeus e o que dela resultou para os protocolos de casta e para os contornos políticos atuais em todo o mundo, é revista pela autora num intenso e perturbador desfile de histórias individualizadas de escravatura e insensibilidade, apresentadas com vívido e estonteante detalhe. Ninguém, onde quer que viva ou que cor tenha na pele, pode dar-se ao luxo de desconhecer uma história do mundo contada assim.
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Edição: Out 2013
Nº Páginas: 88
Sinopse:
O Beco das Sardinheiras é um beco como outro qualquer, encafuado na parte velha de Lisboa. Uns dizem que é de Alfama, outros que é já da Mouraria e sustentam as suas opiniões com sólidos argumentos topográficos, abonados pela doutrina de olisiponenses egrégios. Eu, por mim, não me pronuncio. Tenho ideia de que ali é mais Alfama, mas não ficaria muito escarmentado se me provassem que afinal é Mouraria. Creio que o nome lhe vem das sardinheiras que exibem um carmesim vistoso durante todo o ano, plantadas num canteiro que rompe logo à esquina, não longe da drogaria que já fica na Rua dos Eléctricos. A gente que habita o Beco é como as demais, nem boa nem má. Tem sobre os outros lisboetas um apego ainda maior ao seu sítio e às suas coisas. Desde há muito tempo que não há memória de que algum dos do Beco tenha emigrado de livre vontade.
Nº Páginas: 88
Sinopse:
O Beco das Sardinheiras é um beco como outro qualquer, encafuado na parte velha de Lisboa. Uns dizem que é de Alfama, outros que é já da Mouraria e sustentam as suas opiniões com sólidos argumentos topográficos, abonados pela doutrina de olisiponenses egrégios. Eu, por mim, não me pronuncio. Tenho ideia de que ali é mais Alfama, mas não ficaria muito escarmentado se me provassem que afinal é Mouraria. Creio que o nome lhe vem das sardinheiras que exibem um carmesim vistoso durante todo o ano, plantadas num canteiro que rompe logo à esquina, não longe da drogaria que já fica na Rua dos Eléctricos. A gente que habita o Beco é como as demais, nem boa nem má. Tem sobre os outros lisboetas um apego ainda maior ao seu sítio e às suas coisas. Desde há muito tempo que não há memória de que algum dos do Beco tenha emigrado de livre vontade.
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Edição: Dez 2017
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A detenção do ex-primeiro-ministro José Sócrates, a 21 de novembro de 2014, constituiu um facto histórico sem precedentes em Portugal e definiu a dimensão de um escândalo de gigantescas proporções. Não estava só em causa a eventual prevaricação de um agente político (entretanto acusado de corrupção passiva, evasão fiscal e branqueamento de capitais), mas sim a insinuação de enriquecimento ilícito de um dos mais destacados titulares de um órgão de soberania, lançando uma sombra de suspeição sobre todos os detentores de poder, à esquerda ou à direita, e sobre os seus partidos. Como se isso não bastasse para dar um caráter excecional ao caso, a investigação judicial veio a estabelecer suspeitas de distribuição de comissões ilícitas envolvendo o mais destacado e reputado banqueiro nacional, Ricardo Salgado, líder do Banco e Grupo Espírito Santo, e dois dos mais prestigiados gestores nacionais, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, figuras de topo de uma das principais empresas portuguesas, a PT (que mal sobreviria à gestão de ambos). De súbito, os Portugueses descobriam uma perversa aliança entre figuras de primeira linha do poder político, do poder financeiro e do poder económico, a qual, se por um lado punha a nu a fragilidade institucional de um regime democrático já com quatro décadas, por outro evidenciava a independência e a perseverança de um aparelho judicial disposto a imputar responsabilidades até às últimas consequências, doesse a quem doesse. Nesta rigorosa e exaustiva investigação, Felícia Cabrita e Joaquim Vieira relatam todos os bastidores da Operação Marquês até desembocar na acusação a Sócrates, Salgado, Bava, Granadeiro e outros.
Nº Páginas: 416
Sinopse:
A detenção do ex-primeiro-ministro José Sócrates, a 21 de novembro de 2014, constituiu um facto histórico sem precedentes em Portugal e definiu a dimensão de um escândalo de gigantescas proporções. Não estava só em causa a eventual prevaricação de um agente político (entretanto acusado de corrupção passiva, evasão fiscal e branqueamento de capitais), mas sim a insinuação de enriquecimento ilícito de um dos mais destacados titulares de um órgão de soberania, lançando uma sombra de suspeição sobre todos os detentores de poder, à esquerda ou à direita, e sobre os seus partidos. Como se isso não bastasse para dar um caráter excecional ao caso, a investigação judicial veio a estabelecer suspeitas de distribuição de comissões ilícitas envolvendo o mais destacado e reputado banqueiro nacional, Ricardo Salgado, líder do Banco e Grupo Espírito Santo, e dois dos mais prestigiados gestores nacionais, Zeinal Bava e Henrique Granadeiro, figuras de topo de uma das principais empresas portuguesas, a PT (que mal sobreviria à gestão de ambos). De súbito, os Portugueses descobriam uma perversa aliança entre figuras de primeira linha do poder político, do poder financeiro e do poder económico, a qual, se por um lado punha a nu a fragilidade institucional de um regime democrático já com quatro décadas, por outro evidenciava a independência e a perseverança de um aparelho judicial disposto a imputar responsabilidades até às últimas consequências, doesse a quem doesse. Nesta rigorosa e exaustiva investigação, Felícia Cabrita e Joaquim Vieira relatam todos os bastidores da Operação Marquês até desembocar na acusação a Sócrates, Salgado, Bava, Granadeiro e outros.
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Edição: Jul 2010
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Casei com Um Comunista é a história da ascensão e queda de Iron Rinn, uma popular estrela da rádio, que vê a sua vida pessoal e profissional destruída na era da caça às bruxas de McCarthy. Nos seus dias de glória, casa com a famosa estrela de cinema mudo Eve Frame. O idílio romântico é breve e o seu casamento transforma-se num drama de lágrimas e traições, passando da esfera privada a escândalo nacional quando Eve faz revelações estrondosas a um colunista, denunciando o seu marido como espião comunista e sabotador. Uma história de crueldade, humilhação, traição e vingança, onde Philip Roth retrata de forma brilhante a conturbada época do pós-guerra, quando a febre do anticomunismo não só contaminava a política nacional mas também a intimidade das vidas de amigos e famílias, maridos e mulheres, pais e filhos.
Nº Páginas: 368
Sinopse:
Casei com Um Comunista é a história da ascensão e queda de Iron Rinn, uma popular estrela da rádio, que vê a sua vida pessoal e profissional destruída na era da caça às bruxas de McCarthy. Nos seus dias de glória, casa com a famosa estrela de cinema mudo Eve Frame. O idílio romântico é breve e o seu casamento transforma-se num drama de lágrimas e traições, passando da esfera privada a escândalo nacional quando Eve faz revelações estrondosas a um colunista, denunciando o seu marido como espião comunista e sabotador. Uma história de crueldade, humilhação, traição e vingança, onde Philip Roth retrata de forma brilhante a conturbada época do pós-guerra, quando a febre do anticomunismo não só contaminava a política nacional mas também a intimidade das vidas de amigos e famílias, maridos e mulheres, pais e filhos.
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Edição: Set 2013
Nº Páginas: 456
Sinopse:
"Casas Pardas" é um maravilhoso torvelinho de linguagens, uma evocação concreta e exacta de comportamentos sociais de várias classes no final do fascismo, uma revisitação dos lugares da literatura e da poesia (também nas suas vertentes populares), uma polifonia de falas genialmente captadas, uma subversão endiabrada dos processos narrativos e uma prática de jogos de linguagem que lembram o barroco, mas também os grandes efabuladores do século XVIII, como Fielding ou Sterne. A ironia e a réplica acerada pairam em todo o romance, repartido em várias "casas", pluralidade de focos que centram uma escrita em que passado e presente, a concretude do quotidiano mais trivial, mas também a citação literária de vários graus, ou mesmo a toada infantil, a reflexão às vezes iluminada, de envolto com o paradoxo e a paródia, nos desafiam página a página.
Nº Páginas: 456
Sinopse:
"Casas Pardas" é um maravilhoso torvelinho de linguagens, uma evocação concreta e exacta de comportamentos sociais de várias classes no final do fascismo, uma revisitação dos lugares da literatura e da poesia (também nas suas vertentes populares), uma polifonia de falas genialmente captadas, uma subversão endiabrada dos processos narrativos e uma prática de jogos de linguagem que lembram o barroco, mas também os grandes efabuladores do século XVIII, como Fielding ou Sterne. A ironia e a réplica acerada pairam em todo o romance, repartido em várias "casas", pluralidade de focos que centram uma escrita em que passado e presente, a concretude do quotidiano mais trivial, mas também a citação literária de vários graus, ou mesmo a toada infantil, a reflexão às vezes iluminada, de envolto com o paradoxo e a paródia, nos desafiam página a página.
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Edição: Jun 2009
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma vida contada através das treze casas a que Leonor Xavier chamou suas. O tema é tanto mais interessante quanto a autora viveu nessas casas experiências marcantes, não só para ela, mas para toda uma geração. Oriunda de uma família da média-alta burguesia, casada cedo com um jurista brilhante, com três filhos pequenos, passa do ambiente protegido de uma família tradicional numa casa da Lapa, para São Paulo, no Brasil, quando, em 1975, ela e o marido decidem começar uma nova vida fora de Portugal. A experiência - que foi certamente vivida por muitos portugueses que abandonaram Portugal nos anos 70 - é muito bem narrada no livro. Tudo é novo: a situação precária em que chegam, os trabalhos ocasionais, a nova escola dos filhos, a empregada brasileira, a solidariedade dos amigos que conhecem no Brasil, a língua diferente, os costumes muito mais livres. Mais tarde, o regresso a Portugal, a adaptação ao país diferente que vem encontrar, o recomeçar de novo,integrando na sua nova vida o espírito optimista, sem preconceitos e convivial que foi talvez, para além dos muitos amigos, o que de melhor lhe ficou da experiência brasileira. Numa escrita colorida e muito pessoal, Leonor Xavier dá-nos o retrato de dois mundos muito diversos que ela conseguiu conciliar como ninguém
Nº Páginas: 384
Sinopse:
Uma vida contada através das treze casas a que Leonor Xavier chamou suas. O tema é tanto mais interessante quanto a autora viveu nessas casas experiências marcantes, não só para ela, mas para toda uma geração. Oriunda de uma família da média-alta burguesia, casada cedo com um jurista brilhante, com três filhos pequenos, passa do ambiente protegido de uma família tradicional numa casa da Lapa, para São Paulo, no Brasil, quando, em 1975, ela e o marido decidem começar uma nova vida fora de Portugal. A experiência - que foi certamente vivida por muitos portugueses que abandonaram Portugal nos anos 70 - é muito bem narrada no livro. Tudo é novo: a situação precária em que chegam, os trabalhos ocasionais, a nova escola dos filhos, a empregada brasileira, a solidariedade dos amigos que conhecem no Brasil, a língua diferente, os costumes muito mais livres. Mais tarde, o regresso a Portugal, a adaptação ao país diferente que vem encontrar, o recomeçar de novo,integrando na sua nova vida o espírito optimista, sem preconceitos e convivial que foi talvez, para além dos muitos amigos, o que de melhor lhe ficou da experiência brasileira. Numa escrita colorida e muito pessoal, Leonor Xavier dá-nos o retrato de dois mundos muito diversos que ela conseguiu conciliar como ninguém
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Edição: Jan 2009
Nº Páginas: 254
Sinopse:
Apesar de viver na cidade mais romântica do mundo, Precious Rafferty nunca se apaixonou perdidamente. Até que conhece Bennett James. Estará na altura de se deixar, finalmente, arrebatar pelo romantismo e ter o casamento dos seus sonhos em Veneza? Do outro lado do mundo, em Xangai, Lily Song, prima de Precious, guarda um valioso e perigoso segredo de família. Quando Lily suplica a Preshy que se encontrem em Veneza e a alerta para os perigos que corre, a vida de ambas vai mudar para sempre. Entretanto, em Paris, Precious conhece o escritor Sam Knight, um homem cativante, mas desencantado com a vida. Precious sente Sam cada vez mais próximo de si e receia que ele esteja também enredado nesta emaranhada teia de perigo e desejo. Será que Sam também não é quem aparenta ser? Esconderá algum segredo terrível? Em Veneza, Precious terá de serpentear através de um labirinto de traição e sedução para descobrir a quem poderá confiar, de uma vez por todas, o seu coração... e a sua vida. Empolgante, exuberantemente descritivo e inteligente, Casamento em Veneza é um jogo do gato e do rato com muitas reviravoltas e romances arrebatadores. A mestria narrativa de Elizabeth Adler no seu melhor.
Nº Páginas: 254
Sinopse:
Apesar de viver na cidade mais romântica do mundo, Precious Rafferty nunca se apaixonou perdidamente. Até que conhece Bennett James. Estará na altura de se deixar, finalmente, arrebatar pelo romantismo e ter o casamento dos seus sonhos em Veneza? Do outro lado do mundo, em Xangai, Lily Song, prima de Precious, guarda um valioso e perigoso segredo de família. Quando Lily suplica a Preshy que se encontrem em Veneza e a alerta para os perigos que corre, a vida de ambas vai mudar para sempre. Entretanto, em Paris, Precious conhece o escritor Sam Knight, um homem cativante, mas desencantado com a vida. Precious sente Sam cada vez mais próximo de si e receia que ele esteja também enredado nesta emaranhada teia de perigo e desejo. Será que Sam também não é quem aparenta ser? Esconderá algum segredo terrível? Em Veneza, Precious terá de serpentear através de um labirinto de traição e sedução para descobrir a quem poderá confiar, de uma vez por todas, o seu coração... e a sua vida. Empolgante, exuberantemente descritivo e inteligente, Casamento em Veneza é um jogo do gato e do rato com muitas reviravoltas e romances arrebatadores. A mestria narrativa de Elizabeth Adler no seu melhor.
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Edição: Jun 2018
Nº Páginas: 392
Sinopse:
James de Vere sabe que não lhe resta muito tempo de vida. Pelo menos é o que lhe dizem os médicos londrinos. Como é um homem pragmático e racional, decide regressar a Grace Hill, o seu lar. Se o médico de lá não o puder ajudar, tratará de pôr a vida em ordem e aguardar o pior…Porém, ao chegar a casa do médico, James constata que ele acabou de falecer, deixando uma filha na penúria. James e Laura já se conhecem, mas as recordações do passado não são as melhores…Numa inspiração momentânea, James faz-lhe uma proposta arrojada: estará ela disposta a casar com ele? Ele salvá-la-ia da miséria, ela evitaria que a fortuna dele fosse parar às garras da sua família gananciosa. O casamento solucionaria os problemas de ambos…E, curiosamente, Laura… aceita! É que ela é também uma mulher pragmática, e não tem quaisquer esperanças de vir a encontrar o amor. Mas, à medida que os dois vão enfrentando as desconfianças da família de James, percebem que têm mais em comum do que imaginavam… e dão por si a ansiar que o tempo pare… e que a morte os separe num futuro bem longínquo. Candace Camp tem já uma legião de fãs a nível internacional, e estreia-se agora no nosso país. Casamento Efémero reúne o melhor que o romance histórico tem para oferecer…
Nº Páginas: 392
Sinopse:
James de Vere sabe que não lhe resta muito tempo de vida. Pelo menos é o que lhe dizem os médicos londrinos. Como é um homem pragmático e racional, decide regressar a Grace Hill, o seu lar. Se o médico de lá não o puder ajudar, tratará de pôr a vida em ordem e aguardar o pior…Porém, ao chegar a casa do médico, James constata que ele acabou de falecer, deixando uma filha na penúria. James e Laura já se conhecem, mas as recordações do passado não são as melhores…Numa inspiração momentânea, James faz-lhe uma proposta arrojada: estará ela disposta a casar com ele? Ele salvá-la-ia da miséria, ela evitaria que a fortuna dele fosse parar às garras da sua família gananciosa. O casamento solucionaria os problemas de ambos…E, curiosamente, Laura… aceita! É que ela é também uma mulher pragmática, e não tem quaisquer esperanças de vir a encontrar o amor. Mas, à medida que os dois vão enfrentando as desconfianças da família de James, percebem que têm mais em comum do que imaginavam… e dão por si a ansiar que o tempo pare… e que a morte os separe num futuro bem longínquo. Candace Camp tem já uma legião de fãs a nível internacional, e estreia-se agora no nosso país. Casamento Efémero reúne o melhor que o romance histórico tem para oferecer…
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Edição: Mai 2017
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Para mim, esta é a verdadeira face humana da "Casa". Uma Associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos "apolíticos", dos simpáticos aos antipáticos. Nós eramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que há de grandeza na natureza humana e com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em "heróis" é desumanizar-nos!" (Helder Martins) "Este livro de memórias duma época é o testemunho duma etapa histórica da vida de muitos estudantes, que das Colónias vinham para Portugal fazer os estudos superiores". (in Prefácio, Fernando Vaz)
Nº Páginas: 264
Sinopse:
Para mim, esta é a verdadeira face humana da "Casa". Uma Associação de jovens onde há de tudo, dos mal-humorados, aos eternos bem-dispostos, dos estudantes exemplares, aos maus estudantes, dos sócios dedicados e empenhados, aos pouco participativos, dos engajados politicamente, aos "apolíticos", dos simpáticos aos antipáticos. Nós eramos como outros jovens nos condicionalismos daquela época. Éramos humanos, com tudo o que há de grandeza na natureza humana e com tudo o que pode haver de mesquinhez. Transformarem-nos hoje em "heróis" é desumanizar-nos!" (Helder Martins) "Este livro de memórias duma época é o testemunho duma etapa histórica da vida de muitos estudantes, que das Colónias vinham para Portugal fazer os estudos superiores". (in Prefácio, Fernando Vaz)
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Edição: Set 2021
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Estamos aqui, neste planeta, nesta vida, neste milagre de espaço e de tempo, para evoluirmos. A Terra é um útero materno, no qual crescemos, nos fortalecemos e aperfeiçoamos, rumo ao destino final que mora no horizonte da alma: chegar a Casa. Mas a nossa viagem não começa - nem acaba - nesta vida… "Casa" conta a história de amor entre duas pessoas - Adelaide e Adão, apaixonados desde que pousaram o olhar um no outro -, e de como se encontram e desencontram ao longo da vida, como o seu amor lhes foge entre os dedos e é reconquistado. Mas também conta a história de amor entre uma mãe de coração e a filha que ela não gerou, mas criou - e como esse amor se torna mais forte do que a morte. E não deixa de parte as histórias dos amores mais difíceis, aqueles que carregam o peso das amarguras e das penas das vidas (seja a presente ou as passadas), e que só o perdão consegue curar. Em todas estas histórias, está presente ainda um amor maior: o da força divina que, sabiamente, nos une uns aos outros e à natureza. Casa conta, fundamentalmente, a história do amor - essa energia vital sem a qual nada pode existir - e de como ele se reinventa vida após vida, ciclo atrás de ciclo, entre laços e desenlaces; e mostra-nos, de uma forma subtil e indelével, que para o maior problema humano a alma tem a mais singela solução. Com uma narrativa e uma narradora surpreendentes, Casa é um romance espiritual que nos leva a viajar no tempo, pelos quatro cantos do mundo, numa travessia sem ponto de partida nem chegada, deixando o leitor curioso acerca do seu princípio e capaz de questionar o seu fim.
Nº Páginas: 280
Sinopse:
Estamos aqui, neste planeta, nesta vida, neste milagre de espaço e de tempo, para evoluirmos. A Terra é um útero materno, no qual crescemos, nos fortalecemos e aperfeiçoamos, rumo ao destino final que mora no horizonte da alma: chegar a Casa. Mas a nossa viagem não começa - nem acaba - nesta vida… "Casa" conta a história de amor entre duas pessoas - Adelaide e Adão, apaixonados desde que pousaram o olhar um no outro -, e de como se encontram e desencontram ao longo da vida, como o seu amor lhes foge entre os dedos e é reconquistado. Mas também conta a história de amor entre uma mãe de coração e a filha que ela não gerou, mas criou - e como esse amor se torna mais forte do que a morte. E não deixa de parte as histórias dos amores mais difíceis, aqueles que carregam o peso das amarguras e das penas das vidas (seja a presente ou as passadas), e que só o perdão consegue curar. Em todas estas histórias, está presente ainda um amor maior: o da força divina que, sabiamente, nos une uns aos outros e à natureza. Casa conta, fundamentalmente, a história do amor - essa energia vital sem a qual nada pode existir - e de como ele se reinventa vida após vida, ciclo atrás de ciclo, entre laços e desenlaces; e mostra-nos, de uma forma subtil e indelével, que para o maior problema humano a alma tem a mais singela solução. Com uma narrativa e uma narradora surpreendentes, Casa é um romance espiritual que nos leva a viajar no tempo, pelos quatro cantos do mundo, numa travessia sem ponto de partida nem chegada, deixando o leitor curioso acerca do seu princípio e capaz de questionar o seu fim.
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